sábado, maio 14, 2016

Nunca vivemos com garra





Sou o que quiseres... quando eu quiser.

9 comentários:

  1. Eis o busílis da questão...faz do teu tempo o melhor, porque é na morte que vais passar a eternidade.

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  2. Até agora ainda não me arrependi de ter tentado alcançar aquilo que a vida me propôs... posso nem sempre ter conseguido mas dei o meu melhor!

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  3. "" Nunca vivemos em Paz ""

    Uma frase para reflexão.

    Bjuuuuuu

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  4. Eu até posso enumerar uma ou duas pessoas que estão em paz e vivem em paz...

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  5. A vida impõe-nos tantas dificuldades, que se não vivermos com garra (com garras), não vivemos.
    Se não nos "agarrarmos" à vida com unhas (garras) e dentes, é porque estamos mortos antes de morrer.

    P.S. Não sei se o meu comentário faz sentido, porque o meu inglês é fraquinho e não fiz um grande esforço para perceber o "texto". Espero que faça. :)

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    1. Faz todo o sentido, o inglês é fraquinho mas a mente forte!Beijos

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  6. Por muito que tentemos nunca vivemos o suficiente.

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    1. Nem se ganharmos o Euromilhões... A vida não passa pelo material, embora a adrenalina de conduzir a 290 implique investir num bom carro... bom carros, é outra coisa :P

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  7. Selecionei dois poemas de um poeta brasileiro chamado Francisco Otaviano:

    Soneto
    Morrer, dormir, não mais: termina a vida
    E com ela terminam nossas dores,
    Um punhado de terra, algumas flores,
    E às vezes uma lágrima fingida!

    Sim, minha morte não será sentida,
    Não deixo amigos e nem tive amores!
    Ou se os tive mostraram-se traidores,
    Algozes vis de uma alma consumida.

    Tudo é pobre no mundo; que me importa
    Que ele amanhã se esb'roe e que desabe,
    Se a natureza para mim está morta!

    É tempo já que o meu exílio acabe;
    Vem, pois, ó morte, ao nada me transporta
    Morrer, dormir, talvez sonhar, quem sabe?

    Ilusões de Vida
    Quem passou pela vida em branca nuvem
    E em plácido repouso adormeceu;
    Quem não sentiu o frio da desgraça,
    Quem passou pela vida e não sofreu,
    Foi espectro de homem - não foi homem,
    Só passou pela vida - não viveu.

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.