Absorve-me mas em várias fracções

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Gosto








Pink Poison(ver ©COPYRIGHT)

Os meus olhos viram bem (tau, fiz o mesmo)

A fome de visualizações não pára na blogosfera, não sei porquê mas vá, haja fome e fomeca.
Então um blog que eu comento, SÓ PARA ESTAR NO TOPO DA NOSSA BARRA LATERAL, alterou a hora e data da publicação... Foi um texto publicado ontem as 17:23 e hoje já foi novamente, o mesmo post... Que lata!





Pink Poison(ver ©COPYRIGHT)

De crescer

Nesta rua em Albufeira eu cresci, diverti-me, e conhecia toda a gente. Era o centro da cidade, tinha a farmácia, o oculista, o centro de saúde, uma papelaria e joalharia mais CTT, parecia ter tudo o que uma baixa precisa. Mais abaixo uma praça com fruta fresca.
Hoje está toda iluminada e sem ninguém, a baixa subiu para outra zona da cidade e cortaram o trânsito no centro de Albufeira.
É o progresso, já nas passagens de ano , acho um exagero...



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Reconhecem o apelido ?

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

A culpa é da lua

Um amigo meu, ligado ao Reiki e terapias alternativas diz que as pessoas andam exaltadas com a lua.
Certo, conhecem a teoria de que atrás de um monitor somos todos heróis ? Ontem decidi acabar com essa teoria. Certa troca de opiniões onde eu intervi e li "Deus dá-me paciência, porque se me dás força...", delicioso, onde? Atrás de um monitor.
E vai que a senhora tem uma loja a 200 metros de minha casa!
"Boa tarde, eu sou a .... então diga lá, se Deus lhe der força o que me faz?"
A mulher começou a dizer que eu não falava a mesma língua que ela, certamente não falo, porque o que digo nas redes sociais, costuma corresponder à verdade, incluindo no blog onde a ordem não é cronológica... Por isso quando confrontei alguém sobre ter falado de mim, no seu blog, foi em instância certa, onde ouvi que sim, fazia juízos de valor ... Ora aí está, as redes sociais ... Cada vez menos.

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Sempre um do outro

Ontem estávamos num pequeno quadrado almofadado, quente e com uma enorme janela à nossa frente... Como foi confortável mostrar-te como mudei, o que não mudou entre nós e como o que era bom em mim e em ti, permaneceu. Foram anos a ter-te como um porto seguro, foram anos de cumplicidade, sem se conseguir explicar a mesma.
Repentinamente a segurança dos teus abraços voltou, os nossos códigos voltaram e , embora o cenário fosse outro, o conforto de ambos era algo tão comum, que os anos não tinham apagado. Talvez tu me tenhas mudado a vida para sempre, ou eu mudei a tua.
A verdade é esta: nós nascemos para sermos um do outro. Seja que fio nos ligue, nós seremos sempre um do outro.



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domingo, 8 de dezembro de 2019

260


Entre uma bola e outra, entre dois mundos e entre uma espada e a parede... Algo que flui, a melodia que em mim entra e une mundos, une mentes mas que me mantém na corda bamba. Rasgos de sorrisos, rasgos de afetos, rasgos de um mundo melhor que não existe. Existe um mundo alternativo, onde se diz o que se quer, nu, cru, aos gritos, aos saltos, com olhares, com mãos e com palavras sábias na altura certa... Na corda bamba, há sempre uma terrível distância do chão... Chamo-lhe a 260.



 


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Florbela Espanca suicidou-se a 8/12

A 8 de Dezembro de 1930, precisamente no dia em que era o seu 36º aniversário, Florbela Espanca, suicidou-se. Quantos poetas nossos (e de outros países) cometem o suicídio? Porque se diz que um criador "é maluco"?  Porque traz a novidade e determinadas mentes só gostam de carneirada e não de mentes criativas...


Eu trago-te nas mãos o esquecimento

Das horas más que tens vivido, Amor!

E para as tuas chagas o unguento

Com que sarei a minha própria dor.

Os meus gestos são ondas de Sorrento...

Trago no nome as letras de uma flor...

Foi dos meus olhos garços que um pintor

Tirou a luz para pintar o vento...

Dou-te o que tenho: o astro que dormita,

O manto dos crepúsculos da tarde,

O sol que é d'oiro, a onda que palpita.

Dou-te comigo o mundo que Deus fez!

- Eu sou Aquela de quem tens saudade,

A Princesa do conto: “Era uma vez...”

Florbela Espanca, em "Charneca em Flor"


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sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Avisa-me



Avisa quando existirem palavras para isto.
Avisa quando se conseguir explicar, deduzir, exclamar e apontar.
Dizes-me que não sabes, pois eu sei que o saberás. Avisa quando uma história estiver construída, sem rodeios, sem mentiras...
Terás espaço, terás folhas em branco, serei uma tábua rasa, uma força, uma onde que te invade como se de calor ou frio se tratasse...
Avisas? Eu espero...





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