Absorve-me mas em várias fracções

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

tábuas

Cada tábua da estreita ponte antiga tem uma história para contar... Não acrescento nada à ponte com a minha história mas absorvo, a cada passo, as lições que outros retiraram das suas histórias. Continuo a pensar que os outros me ensinam e lá vou eu, pé ante pé, a aprender. A ponte transmite boas energias, sabedoria e parece não ter fim...
NÃO SOU SUPERIOR, SUPERO-ME!

4 comentários:

  1. Uma ponte sem fim, é uma bela metáfora para o caminho que fazemos pela vida... mas o fim existe;) Gostei muito!

    ResponderEliminar
  2. Obrigada, devias ler outras coisas minhas... De vez em quando, sai uma coisa bem jeitosa... Dizem... Beijoca

    ResponderEliminar
  3. Ora bem...nós vamos acrescentando sempre coisas à nossa ponte,para aprendermos e também ensinarmos.Estas pontes são como que uma moeda de troca.

    ResponderEliminar
  4. Nisso concordo Inês mas, em determinados dias, só me apetece, para não dizer ganir, digo aprender! :)

    ResponderEliminar

Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade.Nietzsche
Deixa aqui algum bálsamo.