domingo, janeiro 30, 2011

Pedido

Pedir ajuda não arranca bocado pois não?
Eu hoje pedi ajuda. Sabem que mais? Estou mesmo triste. Sim, orgulhosa de mim, como no post anterior mas triste e uma tristeza que começa a afectar estômago, noites  e concentração. Pedi ajuda, e provavelmente à ultima pessoa que o deveria fazer mas fi-lo, só posso levar um não, o resto será uma surpresa.
NÃO SOU SUPERIOR, SUPERO-ME!

7 comentários:

  1. Um dos meus maiores defeitos (acho que será um defeito) é não conseguir pedir ajuda.
    Pedir ajuda é um acto de exposição, embora não seja tão abrangentemente sentido por quem recebe o pedido de ajuda, como por quem pede. Ou seja, quem pede ajuda sente muito mais que se está a expor, do quem recebe esse pedido, sente que a outra pessoa se expõe. Isto na minha opinião, claro.
    E ajudar!? É um sentimento único, sentido de dever cumprido, sentir-me mais Humano, feliz por ajudar!
    Bem... fico a torcer por ti, ok!

    Beijo, Teddy :)

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  2. Teddy, andas muito filosófico nos teus comments, ou és sempre assim? Tens razão e eu não tenho vergonha alguma de pedir ajuda, dever cumprido, ser Humano, é açgo que hoje em dia poucos sabem ser...
    A ver vamos...
    Beijos

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  3. Pedir ajuda quando precisamos é necessário,mesmo que seja à última pessoa que pensamos.

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  4. Inês, se essa ajuda chegar, chammo-lhe milagre. Se não chegar, lá vou eu derrubar a parede... :)

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  5. Ela tem que ser derrubada!!!
    Encosta-a à parede (a neura)e mostra quem manda!!

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  6. Vai correr tudo bem, tu és forte..

    1 beijinho

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  7. Sou +/- assim, isto é, se não tiver nada de construtivo, ou que seja mais forte do que para partilhar, não o faço.

    Beijo, Teddy

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.