segunda-feira, agosto 29, 2011

De me teres

É simples. Não me tens pois eu sou do mundo e nunca terei um dono, uma jaula. Eu mordo a mão de quem me tenta calar, eu esmurro quem me empurra par alonge do que eu quero ver, eu nunca vou ser domada, eu vou ser sempre minha e do mundo.
Podia ser um pouco tua mas tu não andas neste mundo.


Não sou superior, supero-me.

6 comentários:

  1. nunca sejas domada...nunca deixes!

    beijo

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  2. Prontos pá, e agora cantemos todos juntos o "quando alguém nasce/nasce selvagem..." ;)

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  3. ...somos duas :) adorei o texto!

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  4. Lost: jamais... Deixaria de ser eu!

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  5. optisia: é triste não nos darem carinho mas sim tentarem "domar". (foi a palavra que aplicaram ao facto de eu estar a fugir à regra de um harém de alguém que está doido)

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.