Absorve-me mas em várias fracções

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domingo, 29 de maio de 2016

Ao cansaço

Quando temos uma ideia em mente, nada nos tira. Chegada de uma longa noite no bar da praia, respondia aos teus mails.
Via o que tinhas deixado no blog. Um dia perguntei : porque não vem até cá? Vieste e ambos sabíamos o que queríamos... Eu ficar contigo o resto da vida, tu, mandares umas.


Sou o que quiseres... quando eu quiser.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

O ZÉ

Ao longo deste blog existe uma tag, com as iniciais do nome dele. O Zé não é um Zé qualquer. Conheci o Zé quando me separei, ele separou-se na mesma época e eu havia alugado uma casa perto da casa da mãe dele. Um sítio pequeno, onde de quem não se sabe o nome, se trata por vizinho/a. Uma tarde, tinha ido encomendar o pão e deparo-me com ele, disse "Boa Tarde" e ele:
" Ó vizinha, ali na sua casa tem o sinal da pen toda?"
"Sim tenho"
" E consegue fazer chamadas de vídeo?"
"Ainda não experimentei"
Estivemos ali uns momentos na conversa e uma senhora que entretanto conheci chamou-me a atenção para ele... E começo a perceber aqueles pormenores, roupas bem escolhidas, de boas marcas, bom corte e uma carrinha que poucos escolheriam na altura...
Como sou uma descarada do caraças, um dia, enfiei na caixa de correio da mãe dele um envelope pequeno com um cartão que dizia: "Quando é que eu sou convidada para jantar?", porque ali todos o conheciam desde pequeno, só podia ser eu, ele lá arranjou maneira de comparar a letra e pronto.  Uma noite, estava a chegar e ele e os amigos estavam reunidos, a hora era tardia, eu passei depressa (aliás o meu carro ficou conhecido como "foguete") mas percebi que ele estava lá. Fiz marcha-atrás, abri o vidro e fiz-lhe sinal, ele veio ao meu carro e eu: "Então vizinho, quando é que vamos jantar?", e ele respondeu: " Eu ligo-lhe" (sim, ainda nos tratávamos por você). Uma noite, 18 de Novembro de 2008, estava eu no blog que era novinho, e recebo um telefonema: "olá, é o teu vizinho", "Como? , quem?... ahhhhhhhhh Olá!", "Cheguei agora de Espanha e ainda não saí do carro... ficámos uns 45 minutos ao telefone até que eu disse: "Então e em vez de estares (evolução para tu) a gastar dinheiro, a um minuto de mim, porque não vais comer qualquer coisa, tomar um duche e passas aqui?", "Ok,"
Bem, eu tomei um duche relâmpago, salto altos, maquilhada qb e atitude.
Ele chegou e levou a um topo de uma serra onde falámos e falámos... "Olha que isto tem caixa automática, com esses saltos, bates nisso e lá vamos nós serra abaixo".
Saí da carrinha e estava um frio enorme, ele veio por trás, rodeia-me com os seus braços e dá-me um beijo na bochecha. Pensei: "Já estás!"...
Fomos para a minha casa, "porque estava mais quente" e ele quis ver o meu blog, vimos o blog comigo sentada no colo dele... Digamos que saiu da minha casa, eram 7:30 da manhã... Ainda existiram alguns encontros, e foi com ele que criei a frase: "Comigo podes ser o que quiseres, quando quiseres, à hora que quiseres", dado que as sms eram trocadas de madrugada ou à hora de todos dormirem
Todas as noites, eu imprimia um texto meu e deixava na caixa do correio dele, e ele dizia que gostava dos mimos pois gostava de me ler.
No Natal, percebi que o tempo do casamento dele tinha terminado. Nem um sms, nada. Ligou-me para saber como estava, e eu quis saber como ele estava. Disse-me estar infeliz mas que teve que pensar nas filhas. Disse que o queria feliz e ele desejou-me Bom Natal e boa viagem ao Algarve. Quando desligámos, eu não estava sozinha, estava na casa de quem é hoje uma grande amiga, e desatei a chorar.
Eu, sei que o Zé é o amor da minha vida, platónico ou não, ele é lindo, quando o vejo fico "aos saltos", quem trabalha comigo sabe desta pancada. Por muitos homens que passem pela minha vida, o Zé, será sempre o Zé, e por ele, não pestanejava... O Zé, arrepia-me, mudou-me, o Zé ensinou-me a apenas gostar dele e ficar feliz por ele. Há tempos foi para Angola e eu pensei que fosse definitivamente mas um conhecimento, disse-me ser apenas alguns meses, mas até saber disso, eu não andava bem, queria saber se ele estava bem. Eu sou doida por ele, ele é alto, olhos claros, a dar para o magro e sabe falar. Ele nunca irá sair do meu coração e acreditem, nunca vi um homem tirar as cuecas, só com uma mão, a uma mulher como ele. Todos os dias passo em frente à casa dele, e sinto sempre um arrepio quando vejo apenas os carros, a roupa dele no estendal, tudo serve para eu sentir que estará comigo até morrer.
Dizem que ele não presta, mas ele é "o" Zé. Sempre.
EU, NÃO PAREÇO, EU SOU.

sábado, 25 de abril de 2009

Ode aos Homens




Escolho a imagem do "homem mais lindo do planeta" para homenagear os bons homens que ainda andam or aí... Não sei se moldados por uma relação feliz ou uma boa educação. São o amor, o nosso desejo, preenchem-nos de uma forma tão perfeita que pensamos estar a chegar ao que queríamos: a felicidade. Honrados! Verdadeiros mesmo em situações complicadas! Que baixam a tampa da sanita, que nos abrem a porta do carro, mesmo depois de estarmos "engatadas". Não acredito na máxima "Os homens são todos iguais", mas deixo em aberto uma pergunta: Um bom homem é na sua essência ou o contexto molda-o? Um bem haja a homens sensatos, que sejam livres de preconceitos e façam alguém feliz (ainda que seja outro homem).
NÃO SOU SUPERIOR, SUPERO-ME!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

É inevitável


Estou contente, um ex amor aka pancada, já tem trabalho e não deixei de sentir um sorriso a rasgar a minha face quando me cruzei com ele.
NÃO SOU SUPERIOR, SUPERO-ME!

terça-feira, 3 de março de 2009

Acorda!!!




Eu Tu Nós Olhos que andam juntos e não se vêem. Ouço. Ouvi-te. Acabei de te ouvir. Confronto? Não. Quero-te feliz, quero a sorrir, porra que já não sei quero ou não. Se eu fosse homem, não teria a Pink Poison como garantida, teria a PP num pedestal, de ti, é só o que mereço, e não o quero. Quero o teu bem, e és tão burro que não percebes? Mas que língua falo eu? Que mostram os meus olhos quando te vejo? Tudo o que tivémos foi destruído, de um lado um doido "enter", do outro lado uma saloia a pensar que é tia de Cascais... dassssssssssssssssssssssss Reconstruir. Esperar de esperança. Rolar na areia e olhar as estrelas a pensar que nada mais importa a não ser que estamos sem olhar um para o outro sem nos vermos. Toma-me. Bebe-me. Alimenta-me. Adormece-me. Abraça-me como se fosse o ultimo abraço que dás a esta mulher. Como eu fiz no ultimo abraço que te dei e de seguida fiquei sentada no chão frio a pensar que poderia ser o ultimo. ACORDA PORRA!

O PODER DA NATUREZA É INFINITO, EU, SOU NATURAL!

sábado, 31 de janeiro de 2009

Eu a falar na primeira pessoa






Juro. Decidi hoje. Vou esperar-te ao carro. Vou impor a minha presença, quero ser ouvida, quero que penses que sim, fui honesta contigo, não que isso te aqueça ou arrefeça. Perguntar-te que, se eu não entrei no teu coração e tu no meu e bem sabe-lo: para quê magoar?
Irra que o ser humano nunca mais aprende a ser humano.
Esperarei por ti no carro, na rua, à chuva, onde for mas vou conseguir tirar isto da garganta...Desculpa mas não me deixas outra hipótese. Um beijo


O PODER DA NATUREZA É INFINITO, EU, SOU NATURAL!

domingo, 25 de janeiro de 2009

Eu e a lua, Por Pink Poison







































Não sei porque te vou deixar sozinho. O tempo mata a dor. Treta! Nenhum coração magoado esquece a ferida, ninguém esquece o mal que lhe fazem e seria tão melhor ser fácil lembrar o bem... Mas o ser humano só se lembra das coisas más...
Quero ser diferente, quero ser desprendida mas como posso eu fingir que não ouvi o que ouvi e que não queriam dizer realmente aquilo.
Afinal aquilo foi um Adeus ou um Até já? Ou foi um pedido de paciência? O silêncio mata, é cortante, qualquer dia, amo o silêncio e não te consigo olhar, tremo de pensar no reencontro, olhos nos olhos, os meus olhos, que veem corações com pernas, estarem frente a frente com os teus... Como no último dia, na última noite, naquela em que cada um falava a sua linguagem e ficaste a fitar-me com o luar na cara...
És grande, és poderoso, és amado, és ajudado só tens que deixar, deixar que o muro que construiste se destrua, doce, deixa.
Não chores, não sofras, não rias sem vontade, as noites longas trazem-te dias chatos... Monotomia não tens comigo... Lembranças... do teu sorriso, da torradeira que ardeu, do cachecol vermelho até ao nariz, mãos sem calos... Soltas-te na cama, incrível, deixas a mente fechada lá fora, aqui dentro está alguém "fora", hipnotizada pela realidade que és tu.
Pergunta-me: como consigo eu viver sem ser dependente de ti, de saber sempre onde andas? Porque sei que existes, chega-me. tenho os meus cinco sentidos, lembras-me uma utopia, o que é uma mera utopia contra a minha força de te bem querer, tudo o que sei é que as poucas defesas que tenho, também te defendem de um dia te raptar e levar para uma tenda onde há uma torradeira que funciona, onde brincam duas meninas filhas de um pai lindo.
Se queres queimar-te, deixa-me aquecer o ferro e entrar no teu espaço, aquele que dizer aí guardado para pessoas novas, deixa-me brilhar como um relâmpago como outros dizem que o faço, deixa-me cegar-te com o brilho dos meus olhos frente a ti. Se não fores tu, amarei e sentirás a dúvida a moer do "como teria sido. Estranho sentimento, estranha sensação, como diria o outro... Não restam dúvidas que o subir destas escadas, é dificil e no topo, está uma porta para um sítio de cegos, de alquimistas, de gente de bem... Quero olhar-te nos olhos, quero, exigo-me, exigo a todos os deuses da Antiga Grécia, nem que tenha que ir à Ilha dos Infernos como Ulisses que enfrentou o encantamento da sereia.
Oh, deuses, que tanto estudo e aprecio, ponham-me em frente aos seus olhos, deixem-me ser o seu novo berço, deixem-me mostrar-me e ser incondiconal. Não espero toda a vida. não me percas... Um amor, um amor vivido, pode acabar e dar lugar a outro... Não se busca, encontra-se, tu viste-me, perguntaste-me banalidades, eu perguntei mil vezes o teu nome nunca o decorei, quando o pronuncio os meus olhos encadeiam...

O PODER DA NATUREZA É INFINITO, EU, SOU NATURAL!

domingo, 4 de janeiro de 2009

Olhares, por Pink Poison

Olhares.

Olha para uma história de encantar, olha para algo que te faça rir, algo que te mexa, algo que te faça ter serenidade na alma. Olho para ti e digo que sou assim, que ainda que atípica jamais mudarei e estarei sempre no utro lado da barricada, o lado que eu considero certo. Ajoelhas-te e pedes o que mais ninguém te tem dado da forma que eu tenho dado, és a personagem principal neste palco pequenino iluminado com velas e com cheiro de baunilha a deixar-te confortável. Acho que estaremos fartos da prodidão que nos rodeia, se tu não estás, eu estou. Desde o primeiríssimo começo, seria eu o teu anjo, o dia, a noite, as coincidências. Será que existem coincidências ou apenas esquemas. Ou serão ou olhares de circunstâncias? Ou circunstâncias em que os olhares são pedidos, imperativos e nos dão o frio no estômago? Olhar diferente, selvagem, actor aqui ou fora? Não sei, tal como não sei de que cor são os sentimentos de quem parte num navio ou sei apenas que está aberta a porta para páginas imaginárias. Olhares imaginários? Não, olhares que aconteceram, o primeiro do ano que eu desejo que seja o último, olhei e não gostei do que vi.

Senti.
Tremi.
Degustei lembranças de um sorriso menos amarelo.
Intimidade, honestidade, eu e tu. Tu e eu. Falta de andares pela minha alma, menos ping pong, menos danças de varão. Sabes a dor de perder quem tens, quem queres? Ouve, lê, atento sempre aos sinais evidentes de que magoar não é um meio para chegar a um fim... Retiro-as, tento, com força e sei que vou conseguir e tu vais ficar admirado com a minha jogada. Pois porque agora quem joga sou eu. Apareço em todas as cores, agarrada a tudo. Sim, tu sabes é verdade, quando me agarro, não largo, como no dia em que quase dei a cambalhota por teimosia em não largar as tuas costas. Hoje, como sempre, penso e lembro-me de algumas coisas divertidas, boas que me fizeram rir. Existe aqui uma contradição, não era para ser assim, não devia ter sido assim. Todos veem menos tu! Olha, alguns olhares são necessário, abre os olhos, agora estão de boa saúde, podes pensar o que quiseres mas debaixo do sapato que usas para pisar os outros, há uma mão que pede socorro e que socorres apenas quando te apetece. Estou mais forte que ontem, amanhã estarei mais forte que hoje e um dia, deixas de ter valor.
O PODER DA NATUREZA É INFINITO, EU, SOU NATURAL!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

disappointed



Um sms escreve-se até na sanita quando tem que ser às escondidas. Quanto menos mandamos, mais vontade alguém tem de o receber.E tenta. Tanto calor humano a conversar, afinal o tempo voa, ainda bem que fui embora. Voaste. Conclusão, se não és, foste, num dado período de tempo mal educado e mal formado civicamente... Pergunto-me eu, na minha insignificância, porque são ditas frases como "Eu amanhã ligo" sabendo o emissor e o receptor que é mentira?
Simpatia.
rapidez de raciocínio
Mente retrógrada
Festas na princesa


O PODER DA NATUREZA É INFINITO, EU, SOU NATURAL!

domingo, 21 de dezembro de 2008

por mim a ele



"O mundo está cheio de coisas mágicas que pacientemente
esperam que a nossa percepção fique mais aguçada"... Bertrand Russel...


Objectivo:
tudo esclarecido e os maus fica os maus e os bons, ficam os bons. Há aqui um paradoxo engraçado: primeiro travei-me para n gostar de ti, agora parece que tenho que provar que sim, gosto de ti, mais do que devia.
Mas não, ele isso não contou, como quando liga ao fim de semana de madrugada a pedir o meu amor, a dizer que só quer ouvir a minha voz e que sabe que é do amigo que eu gosto. Pá, eu gostava da ideia de ter um amigo, ou alguém que me entendesse, e gostava de falar com ele mas nunca senti nada mais por ele. Talvez devesse, talvez fosse o mais certo, mas não funciona assim: é de ti de quem eu gosto e não me importo, um dia passa, mas não me venham com conversas do ter que controlar as coisas que eu não quero saber, nem quero saber de histórias contadas à metade pelo
Eu escrevi-te como sou, como vejo as coisas e nunca faria isso. é pena que não tenhamos esta conversa pessoalmente, as nossas conversas não correm nada mal e eu em menos tempo que levaste a ler isto, mostrava-te que, apesar do meu sentimento por ti, não dever ser, ele existe e eu não me sinto assim tão a morrer, eu sempre soube que n serias meu, e além disso, se tu estás bem, a mim chega-me saber isso. Eu sou assim, efectivamente humana.
Mas o ser humano com a busca do dinheiro e status social, esquece-se que um abraço e um sorriso não custa. Custa tanto como um carro parado a uma porta... Não percebi, quando me disseste que o que se passou connosco não é o que se passa entre um casal... Pois eu, a puta que digo que sou na cama, sempre o fui para o meu ex, daí ter a certeza que nunca fui traída. Bem, em suma, estou sim, apaixonada por ti e não penses que alimentas esse sentimento falando comigo, se não falares, alimentas um bem pior: sofrimento.

O PODER DA NATUREZA É INFINITO, EU, SOU NATURAL!

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Como estás? Por Pink Poison (who else?)



Como estás tu por essas bandas onde andas? Não te desapontei, não deixei mau sabor na tua boca e ages como se nunca houvesse nada como aquilo... O aquilo que nós sabemos!
Não te preocupes que a minha mente está bloqueada... mas sim, admito, de momento pareço o leão do Madagascar que vê bifes em todo o lado: eu em ti vejo um coração com braços e pernas... Entretanto, baby, Zaf, quando quiseres alguém para nadar no teu oceano, para te ouvir, para te f****, eu estou aqui... Não atendas o telefone, para eu ficar mais doida!!!
Açucar derretido, olhares de doida, sim, sou eu... limpo-te o suor da mesma forma como te limparia as lágrimas se as visse correr pela cara abaixo... Ilumina-me o caminho, vem até a mim, onde tens ligação web, esconde o teu tesouro onde mais ninguém o possa encontrar senão eu... Até tu deixares...

O PODER DA NATUREZA É INFINITO, EU, SOU NATURAL!

sábado, 22 de novembro de 2008

Calma, Por mim, quem mais?




Pronto, tudo com muita calma! Calma?! A mim? Pedirem calma? Não me gozem que eu estou farta de gastar gasoleo com voltinhas dignas de uma míuda de 15 anos! Ligas e deixas a porta aberta... Sabes que está aberta e basta um rasgo de atenção para da minha casa só saírem coracoezinhos em direcção à tua... Não, ninguém sabe de onde surgem estas linhas que contam a história de quem sou. A ti, interessa-te saber, o que sou, como sou e o que serei para ti um dia que me queiras... Sei lá eu se fui feita para ti, sei que atravesso montanhas e deparo-me com isto, depois de ter quebrado todas as regras que podia, pois mesmo sem um cêntimo, sinto-me milionária, atrevida e sincera. Porra! mais sinceridade que isto? não consigo, não me venham com a conversa da calma, o que tem que ser vivido é para sdre vivido quando há vontade, quando há a "ânsia", quando as voltinhas do gasoleo a mais começam a cansar... Deito-me a teu lado e deixo-me ficar a olhar, a mirar-te colada a ti para conseguir cheirar-te, tocar-te com o meu olhar de louca na cama como tu me dizes... Serei mesmo um espectáculo, aquele espectáculo que ouvi ontem à noite? Ouvi bem? Precido de ouvir isso aqui, perto do ouvido, com respiração quente se faz favor... E um beijinho a dar o o mote como qualquer mulher de "olhar" gosta. Não peçam calma que eu não quero ter calma, em especial quando ponho cá para fora o que tenho aqui quase a rebentar, quando ponho cá para fora aquilo que me vai na alma, aquilo que sinto, quero e desejo... era sem calmas, é sem calma que te ouço a trabalhar, ó proximidade física lixada, que me rebenta com o carburador, vem cá a mim, vem... Deixa-te ficar aqui ao meu lado, delicia-te com aquele olhar que tu tanto gostas... diz-me porque jogas assim, porque cada cartada parece estudada ao segundo... Não fingas que te escapas do presente, pensando que te estarás a escapar do passado, esse do qual eu não fiz parte e nunca quero saber dele... Deixa-te ficar mas não tenhas calma, deixa que te acordo mais tarde...

O PODER DA NATUREZA É INFINITO, EU, SOU NATURAL!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Eu, estou aqui, Por Pink Poison



Eu estou aqui. E estarei ao teu lado sempre que quiseres, precisares e te apetecer. O fascínio é algum, o interesse é muito, o toque, o teu ronco (ih, ih, ih), e a forma como te sentes.
Sim, chegaste onde eu queria, viste o que eu tenho para ti, se algum dia o poder dar, terás tudo de mim, afinal é só assim que consigo viver, a entregar-me de corpo e alma.
Sentados, juntinhos, vimos isto, o meu casaco tem o teu cheiro, pareço uma míuda NÃO LAVO!!!
Para ter um bocadinho daquilo que está a dois passos de mim, do que eu quero ter, porque eu quero.
também te vi miúdo, a tremer de frio e mesmo assim obrigaste-me a estar ao frio mas agarrada a ti, quando levei um beijinho na nuca que soube tão bem...
Adorei mimar, agora aproveita tudo o que dou pois é especial, forte e ambos estaremos bem.
Quero-te... Nas calmas...


O PODER DA NATUREZA É INFINITO, EU, SOU NATURAL!