sábado, maio 07, 2011

Os Deuses na Nossa Companhia

Tirada às 07:15 em Agosto
Durante a noite, o mundo descansa e tu, só tu me podes encontrar naquela praia. Ouvi a tua voz, voltou tudo, voltei a ver os castelos que construimos nas dunas e quando respirávamos na boca um do outro. Éramos dois que tinham um amor em comum. Vias nas nuvens que tanto gosto, o meu sorriso, via na relva as tuas manobras marciais...
Se as rochas daquela praia falassem diriam que o meu sentimento era mais duro que elas, se as ondas falassem diziam que quando voltavam viam o mesmo: um mundo de duas pessoas num castelo nas dunas.
Podíamos ser tudo, fazer tudo. Vi-te a treinar e ali ficava a dizer às rochas:"É ele, estão a ver?. Éramos o futuro e um passado que pouco partilhámos. O oceano dizia que a sua força se regia por verdadeiros sentimentos, daqueles dignos do meu Monte Olimpo. Deuses que riem connosco, infirmam o que foi dito, adicinham o que vai ser feito e anunciam o que é sentido.
Reagias
Todos os teus sinais evidenciavam um passado ligado ao respeito militar e à luta
Choravas
Quebravas limites para me puxares pela camisola, dares-me um beijo e ires cumprir as tuas responsabilidades
Abraço teu, era sorriso meu, abraço meu, era amor para ti.
Foste mais do que pensei, foste mais do que julgavas ser, foste mais além.
E davas-me sempre um abraço, no fim de cada conversa, cada momento nosso, cada saída do nosso castelo.



NÃO SOU SUPERIOR, SUPERO-ME!(e não comprem guerras comigo)

4 comentários:

  1. Texto sentido, com metáforas muito interessantes. Gostei. :-)

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  2. :GM: obrigada, há muito que não me sentia inspirada. Beijinho

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  3. Paula, não é necessário escrever-se sobre o presente né? O passado tens destas coisas boas...

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.