segunda-feira, julho 25, 2016

3 fases





O que quero, quando eu quero, aceitas?

7 comentários:

  1. Lição de vida!!!
    Perfeita!
    Irretocável!!!

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    1. Gosto da segunda, estou a viver isso neste momento. :)

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  2. Olá!

    Eu diria que as preocupações em geral seriam inúteis porque nada podem fazer para mudar o futuro, diferentemente de sermos previdentes nas nossas atitudes.

    Vale a pena refletirmos sobre os fatos que não nos satisfazem e aí citou a ausência de pessoas do passado em nosso presente. Contudo, não há motivos para alguém se culpar pela ausência voluntária das mesmas. Pois, independentemente de termos dado causa ou não a um afastamento delas, não podemos ser responsáveis pelas escolhas que cada um faz.

    Agradar a todos é impossível. Nenhum personagem histórico ou mítico conseguiu isso. Nem o tão prestigiado Jesus de Nazaré...

    Um abraço.

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  3. Em tempo!

    Sobre as pessoas mudarem, infelizmente nem sempre conseguimos pela racionalidade compreender qual o melhor caminho e aí só a experiência muitas vezes sofrida nos leva a buscar a via correta.

    Vale lembrar que não as mudamos, mas temos o poder de tão somente mudar a nós mesmos...

    E quanto a depender de alguém, realmente é uma acomodação que não podemos ter porque amanhã corremos o risco de nos ver sós, sem pais, cônjuge, filhos ou amigos para nos auxiliar ou fazer o serviço em nosso lugar. Amá-los é importante, porém há que se buscar uma independência deles em todos os sentidos, inclusive emocional.

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    1. Tudo o que disseste é importante mas em Portugal costuma-se dizer" Só faz falta que cá está" mas, sociologicamente falando, a verdade é que nós, sem os outros, nada somos...

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    2. Ou, como dizia John Donne,

      "Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra; se um torrão é arrastado para o mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse a casa dos teus amigos ou a tua própria; a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti."

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  4. Tão verdade... Quem aparece por bem, fica :)

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.