segunda-feira, novembro 01, 2010

Cartão Vermelho, já chega não?

NÃO SOU SUPERIOR, SUPERO-ME!

6 comentários:

  1. não precisamos propriamente de cartões vermelhos, ou de qualquer outra cor, precisamos de reeducar a sociedade

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  2. A minha cor era negra na noite em que fui espancada e o pescoço, era negro quando foi apertado...
    Há cor nas mãos do meu ex marido.

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  3. pink, a cor negra tem que acabar, seja nas mãos de quem for.

    já assisti a algumas situações de violência doméstica, e já vi situações que eram violência doméstica mas ninguém teve coragem de a assumir.

    já vi algumas coisas, tudo tem remédio, nada tem remédio.

    mas o princípio mantém-se é necessário reeducar.

    ensinar que ninguém é dono de ninguém, que as pessoas não são propriedade uns dos outros.

    que é preciso ter coragem para lutar, que é preciso ensinar os vizinhos e familiares a não meterem a cara para o lado e fingirem que não vêm, pois o que se passa dentro de casa... passa-se dentro de casa e entre marido e mulher ninguém mete a colher, e eu já ouvi disso algumas vezes.


    os tempos mudam, os hábitos não mudam, mas as vontades têm de mudar.

    é necessário que todos lutem, mas não é com cartões verdes, vermelhos, amarelos, pretos, brancos, é com coragem de dar a cara não para receber uma chapada ou um murro, mas dar a cara sempre que for necessário para denunciar um acto de violência, seja dele para com ela, dela para com ele, dele para com ele ou dela para com ela.

    VIOLÊNCIA NUNCA É A SOLUÇÃO (excepto se for eu a ralhar!)

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  4. Percebo, eu dou a cara (por acaso a policia mandou-me tirar fotos) e até a perna que ficou com um derrame para sempre... Penso que só a falar com à vontade, as pessoas abrem os olhos.

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  5. não ter medo de falar é meio caminho para outros e outras seguirem o exemplo

    qualquer coisa e naquilo que puder, basta pedir

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  6. Como dizia o Gabriel: Mulher com olho roxo/Mulher de homem frouxo!


    Um bando de merdas!

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.