sábado, julho 09, 2016

A ti, acto de escrever

Escrita, felizmente que existes.
Que me dás asas e eu posso ser o que quiser, onde quiser, quando quiser. É como pensar, não há limites. As palavras não são levadas pelo vento pois ficam, marcam, chegam a doer e a fazer chorar. Excitam-nos, arrepiam-nos... Canalização de energia, quem escreve, o que quer que seja, canaliza uma energia não gasta noutras actividades. A escrita é uma arte, a arte é uma riqueza, o acesso à arte é um privilégio...


Sou o que quiseres... quando eu quiser.

15 comentários:

  1. E, depois disto, a ode à escrita tem a fasquia muito alta. Gostei muito! Beijinhos e bom fim-de-semana!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Gostei muito do que me saiu da ponta dos dedos. A escrita, como diz o poeta é a prova de que viver não chega. beijos lápis.

      Eliminar
  2. Ter o previlegio de conseguir transformar em palavras um sentimento eh um dom..uma missão e uma maravilha. Um salve a todos vocês escritores.

    ResponderEliminar
  3. Scorpion, obrigada e bom fim de semana, volta mais vezes, toma um copo :)

    ResponderEliminar
  4. Gostei do texto. Concordo! A escrita é uma arte, e existe quem escreva muito bem.

    Beijoos
    Anjinha Sexy

    Prazeres e Carinhos Sexuais

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Dado que fui a eu a escrever o texto, considero que escrevo bem!

      Eliminar
  5. A escrita é a voz do silêncio ( expressão minha)

    Feliz fim de semana

    ResponderEliminar
  6. Todos escrevem, mas poucos conseguem fazer disso,um dom, pois há quem o tenha, porém não sabe usá-lo!
    Bjos

    ResponderEliminar
  7. A escrita é como se falássemos para nós mesmos!
    E emocionar os outros.... e isso a PINK faz maravilhosamente bem!!
    Uma doçura de escritora!!!!

    ResponderEliminar
  8. Interessante afago à escrita.
    Cadinho RoCo

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Eu gostei mas sou suspeita cadinho. Abracinho

      Eliminar
  9. Escrita = sentimentos no papel

    ResponderEliminar

Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.