domingo, 1 de julho de 2018

De herói a sem rumo

O ser humano nasce dotado de um chamado sentido, no qual eu pouco acredito. Acredito, sim, que o indivíduo sabe quando chega. Quando deu o que tinha a dar a quem de direito ou não.
Não foi aos seus limites, foi além destes, e com a ajuda do medo , meticulosamente questiona a sua existência neste plano.
Medo, pois claro, os "corajosos", não medem nada, não pensam que existem metas, limites, objectivos.
Ele decidiu que 10 anos da sua vida a viver para os outros, ainda não seria suficiente, tinha mais para dar mas antes aprendeu a lição de que o medo é um bom conselheiro. O seu último sorriso foi no momento que viu o horizonte e pontuou o momento com um ponto final...

Dias depois, oferecia um licor a um amigo numa esplanada. Erro de pontuação, fim de viver para os outros. Estava sem rumo, com uma mulher ao lado e podia desaparecer naquele momento, estava feito.



O poder da Natureza é infinito, eu sou natural.

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo (se fores uma besta quadrada, nem vale o esforço de escreveres).