terça-feira, junho 07, 2011

Parte II

Eu mereço...
Oh se mereço!
levei um estalo virtual agora, há bocado, e percebi que ainda não fui à vacina "anti blocos de gelo" e ainda não comprei a última edição do best seller: "Blocos de gelo, cheios de pragmatismo, fuja enquanto pode!"
Mas quem me deu o estalo virtual, só me fez pensar que quantos mais destes conheço, ou melhor sei da sua existência, mais gosto de mim.
Desculpem-me mas uma pessoa pode estar desprovida de tudo, menos de sentimentos (e tacto).
Porque abraços de cães e almofadas não chegam para sabermos o que são sentimentos.

EU, NÃO PAREÇO, EU SOU.

9 comentários:

  1. Isso anda complicado para esses lados:S

    ResponderEliminar
  2. bem... será que procuras no sitio certo...

    ResponderEliminar
  3. Gajos Pink, gajos...
    Pensava que a ingénua ainda era eu querida.

    até podia ter todo o sexo a que tenho direito e vontade, mas se andasse a bater às portas de todos os gajos que já se mostraram disponíveis para tal, isso só iria fazer com que sentisse ainda mais a falta do carinho e afecto de um único e exclusivo humano do sexo masculino.

    Beijinho ;)

    ResponderEliminar
  4. Mistery, mulher, nem imaginas o dia de cão que estou a ter...

    ResponderEliminar
  5. Venúsia, alguém com quem eu apenas gostava de falar (e não foder)... PODE?

    ResponderEliminar
  6. Ai Paulinha, tu não me ocnheces ma so teu carinho, é fundamental... Nunca te transformes em gelo!

    ResponderEliminar
  7. Incha desincha e passa.
    Os palermas é que perdem.
    Tu segues em frente, como diz a Paula e muito bem!

    Beijoooo

    ResponderEliminar
  8. A pink diz à pusinko que o cansaço das caixas não magoam (afinal a puta da imunidade à dor que se aprende em artes marciais, tem que servir para alguma coisa) mas este estalo virtual, fez doer os sentimentos (bons) da Pink.
    Beijos, realmente blocos de gelo é que não são...
    E sabe tão bem ler os vossos mimos...

    ResponderEliminar

Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.