percorri a tua história na tua conversa banal
decifrei o que sentes em cada momento mesmo nunca estando presente
Quem sou eu afinal?
Sou aquela que...


Tom Cruise , na minha opinião, tem desenvolvido um trabalho excelente como ator. Filmes escolhidos a dedo, filmes feitos para ele... evita duplos , está em forma e tem fama de ser adepto perfeccionismo. Bonito, sempre achei, desenvolveu personagens e cenas que até hoje lhe são como um cartão de apresentação. O primeiro top Gun, mostrou astúcia, adrenalina, e cada missão Impossível...Fala por si.
As Marcas do casaco, dos óculos de aviador...
As cenas do novo Top Gun mostram, cenas mais elaboradas, continuação de histórias, a mota a acompanhar e uma irreverência da personagem quase petulante... Um filme que dificilmente se igualará na história e atores. Os actores, segundo exigência, aprenderam a pilotar os jatos... Que professor para o elenco de Tom adoro
Apresentação inicial feita com : "Feel the need..."
O génio voltou aos palcos... Com 4 sons novos! Dá-lhe Paulinho!
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Somos mais que muito quando nos expomos, quando falamos, retribuímos amizade, retribuímos raivas, quando a batida do nosso coração também é elemento de retribuição... SE as pessoas se sentem bem a serem um mera sombra, eu , entre outros, apenas quero viver . Sim viver! Para mim isso implica, saber (ensinarem-me) a lidar com coisas que fazem uma refracção do meu caminho.
Que nem todos queiram fazer da sua vida uma auto-estrada com paragens poucas mas um percurso que valha mesmo viver , porra! Vivam!
Digam o que pensam, levem com as consequências, percam amigos, ganhem amores, amizades até ao fim, levem facadas nas costas e perguntem procurem respostas, quem não responde por si , irá responder por quem?
Não se rebaixem em ponto algum por terem um coração, por não quererem ser carneirinhos da sociedade.
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É ser. Basta ser o que o nosso ser diz. O rótulo, esse está bem patente nas mentes quadradas. Se queremos ser como nos manda a consciência (expandida), somos putas, somos reles, estamos doentes, somos o máximo, somos especiais, somos super "frente"...
Somos tudo o que o outro quiser, o seu entendimento a mim não me diz respeito.
Eu sou puta, sem vergonha, eu sou o que quero ser , eu ponho em prática o que penso, sou besta, sou bestial, sou apática e revolucionária, sou amante, sou sono, sou amor.
Sim sou amor. Eu sou
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Era só mais uma daquelas noites em que a companhia se misturava com o trabalho , sem qualquer problema. Eram esses pequenos pormenores que distinguiam uma relação com um cunho muito particular, num meio de muita liquidez de relações. Éramos 2 a falar de 3 , éramos a equipa do Domingo de manhã, das noites de Verão, naquele pequeno espaço, muitas conversas, muitos desabafos, muitas surpresas... Tu viste ...
Jamais questionei se o amor platónico um dia entrasse pela porta adentro, mas entrou. Era ele, aquele que eu via bem de longe e sorria, aquele que tinha todos os vícios dos quais eu não gostava: tabaco, álcool, drogas...
Mas era ele, a quem eu jamais negaria ajuda.Eu era agora uma divisão por 2, sem saber o que fazer com nenhum deles. Chegou a noite dos dois lado a lado, e eu assim o geri, nunca mudei a vida para um ou para outro.
Se uma era tão ali ao lado e me perguntava qual era o meu medo, o outro era a minha coragem. Soubesse eu o que sei hoje , estavas vivo, acima de tudo, vivo! Pois saber-te bem, era o meu sorriso, antes dos comprimidos e da corda, tinhas recorrido a mim! Eu aceitaria tudo para te ver , hoje, com mais 3 ou 4 que eu , no teu negócio, de longe ou perto.
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Hoje é o dia mundial do sushi mas também do pânico.
Não sei até quando irá durar o preconceito das doenças não visíveis. Ou a estupidez dos negacionistas.
Para onde a humanidade caminha, sei que é perigoso.
Dizes ser como as marés.
As marés vão e voltam.
Cheias, de braços abertos para o conforto de um ombro, um corpo quente na cama, carinho e tudo mais.
Desaparecem,
porque outros portos vão ser visitados, fica o vazio, fica o cheiro, o
mexido, o tocado e o bem estar. Mas o vazio está cá.
Não
o ser especial, o pelo menos fingir que o sou, quando sei que o sou,
não está o que houve, outros contextos, contextos correctos, horários
cumpridos...
Quando
me perguntaste: "Posso ir aí?", a minha impulsividade ia escrever "não"
mas acho que todos merecemos sempre mais uma e outra e outra
oportunidade. Nunca pensei em oportunidades às pessoas mas sim
oportunidades de bons momentos, boas conversas, dar e receber, essa oportunidade eu dei a mim e a ti.
Mas
as marés banalizam, as marés fazem com que uma alegria se transforme em
frustração, e já havia alguma acumulada, pelo lugar que ocupavas, sim
tu, que afinal ainda me lês, aquele lugar que era na caldeira de um
vulcão. Isso desapareceu.
Fez-me falta inteligência emocional.
Vou dormir outra vez, ia fazer crepes, mudei de ideias.
As
marés não servem. Sou um areal diferente. Se TU, que sabes que és tu,
não tiras mais partido da diferença deste areal, quem perde és tu.
Eu
não, porque não tive, andava ao sabor da tua maré e soube estar
acordada a mirar-te enquanto dormias e soube aproveitar tudo da maré...
Eu sabia que aquele sms um dia ia surgir numa maré vazia.
Aqui para ti, sempre, sem ondas.
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| Foto minha sem direito a partilhas |
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Fosse eu o escuro que te assusta e diria que não, não existem motivos para ter medo. Terias tu medo do escuro se ao meu lado estivesses?
Quando duas almas se unem, cresce com essa união o sentimento de serem indescritíveis, indiscutíveis, intangíveis... apenas unidas. Duas almas, só são se em plena consciência da sua individualidade, do que dão e do que podem vir a dar ao outro. Do que eu te dou , é um todo, cheio de tudo, cheio sorrisos, abraços, cheiros, amor, dedicação...
Quando duas almas se unem, o mundo para um pouco para perceber que ali, mesmo ali, ainda existe um pouco de humano em nós.
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Parece-me que começo a ter uma ideia clara do pós-pandemia cultural. Um mini renascimento?
Talvez, mas será que em 2024 não irão surgir as novas criações tão adiadas? Penso que sim, há quem se esteja já a reinventar, quem tenha estado em confinamento com a mente a borbulhar e eu cá estou para assistir. Não se enganem, nem sempre é necessário dinheiro para criar: um lápis e uma folha são o que basta para muitos. Um simples caderno de notas sempre no bolso.
A arte pós pandemia vai chegar!
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| imagem sujeita às não permissões do blog, consultar |
Nem sempre as pessoas percebem o que nós pensamos. Nem sempre nos fazemos entender. A linguagem da alma diz mais: o olhar, a postura corporal. Era tão bom que se desse uma mudança de paradigma, uma forma de existir aceitação.
ACEITAÇÃO, percebem? Nada de hipocrisia, preconceitos e merdas dessas. Aceitar sem perceber mas perceber que aceitar é um passo para alguém se sentir mais leve. Aceitar que as pessoas não pensam como nós, que umas são radicais, outras não falam, que querem morrer quando querem viver outra vida, que se cortam mas precisam de ajuda e não de criticas .
Estarei a falar de amor ou solidariedade?
Ou de um ser que é humano e afinal não existe?
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You got me ...
Esta é a verdade, pensa bem , enquanto estás no escuro da vida, a tua zona de conforto. Ouve quem te quer, descobre o desconhecido, dá-me essa tua mão aberta e vamos... pensar. Pensar no que bem que faremos um ao outro. O teu amor é um bem precioso e não precisarás de andar no escuro. O caos é um teoria filosófica que não se aplica sempre, sempre que te mergulhares nesse escuro ou nesse caos, eu nunca vou sair de onde estou : na tua mão!
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Rui Rio acha que a justiça, quando não entendida pelo povo, está doente. E eu pergunto se o "povo", sempre mas sempre de senso comum em punho, não precisa que expliquem a dita justiça ou se temos todos o mesmo grau de conhecimento e o mesmo vernáculo? Sendo que existem vernáculos bem elaborados e outros, em sala de audiência, ainda que nojentos, ditos como "normais"...
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A maioria dos perfumes hoje em dia, parecem ser todos iguais. Dos poucos perfumes da minha vida e que pouco gosto de mudar, este, da Aramis, nunca mais o vi (New West)
Entre os meus 13 e 17 anos, era o meu cheiro. Antes deste tinha sido este
E desde os meus 20 que ando entre estes dois:
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