segunda-feira, 12 de março de 2018

Volta ao Olimpo

Há quanto tempo ouvias esta melodia a chamar-te do Monte Olimpo? Há quanto tempo divagas pelo espaço sem chegar a mim?
Tempo demais.
Saudades.
Sem parar.
Como podes estar tão longe de deuses que pretendem ser a imagem da perfeição e tu, perfeito nas tuas imperfeições, não estás aqui?
O meu palco, a minha paixão, ser tua e deixar de ser. Companhia que enche a alma, o coração e preenche lacunas. Saberás tu o que já foste e deixaste de ser? Saberás que eu sei disso? Volta a ti, aqui mesmo no meu palco, mostra que és o que queres: imbatível, sedento, sedoso numa pele que me ofusca, num toque que me deixa de olhos fechados. Volta!
Por mim, por ti, pelo desejo, pela ambição, pela tua fome, por mais uma gota de suor a meu lado.



O poder da Natureza é infinito, eu sou natural.

4 comentários:

  1. Mmmmmmmmm O texto é tão sedutor como o teu corpinho minha Deusa do Olimpo... Nhami ;)))

    Beijinhos melados :)))
    Vens?

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  2. hummmmm
    Bjs
    https://caminhos-percorridos2017.blogspot.pt/

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  3. Fantástica paisagem corporal. ;)

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo (se fores uma besta quadrada, nem vale o esforço de escreveres).