sexta-feira, fevereiro 19, 2016

Tanto, tanto, tanto...

De tanto te querer, voltei a querer-me. De tanto te ter, voltei a termo-nos, a amarmo-nos. De tanto desejo, arrebatei o mundo, tive o teu mundo e fui o teu mundo. Hoje, sou apenas uma parte dele... Foi bom, não é?

Não sou superior, supero-me.

2 comentários:

  1. Fantástico este teu texto...

    Um beijinho!

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  2. Escorreu-me hoje de manhã. Beijo (te)

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.