sexta-feira, 15 de junho de 2018



Sempre foste o meu amor, o que me faz tremer, aquele que me faz mudar de planeta. Peço-te: toca-me de manhã e sente o meu corpo quente pela noite… Não desapareças na bruma. Não escapes dos meus olhos, a minha pele precisa da tua, os meus olhos precisam de olhar para os teus.
Preciso de te ouvir, como se de música se tratasse. Egoísta que estou a ser , lamento que seja para saciar esta saudade que corrói, esta vontade de gritar que te quero para mim, aproveitando todo o segundo contigo. 
 A passagem de duas pessoas na vida uma da outra nunca pode ser vã (como algumas que passaram na minha e insistem em andar a rondar), o motivo? Está bem enterrado mas o segredo desta passagem, é o preço a pagar quando nos afastamos: custa. Dói. E existem aqueles casos em que queremos muito estar com alguém e nunca se concretiza, vermos a pessoa, não era para ser , é o que penso para me confortar.
Na minha alma há um buraco negro onde estão tristezas desgostos e os que que nunca aconteceram, em especial, aquele que nunca aconteceu que me podia ter mudado a vida toda, não sei se perdi ou ganhei, sei que mudei, ele não. 
Estarei em vantagem? 

 Imagem relacionada




O poder da Natureza é infinito, eu sou natural.

Sem comentários:

Enviar um comentário

Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo (se fores uma besta quadrada, nem vale o esforço de escreveres).