segunda-feira, agosto 01, 2016

Ainda a entrevista na íntegra

 A Léh é uma pessoa que conheci recentemente. Carinhosa, educada, simples e decidiu abrir uma rubrica de entrevistas.
Aqui está a entrevista na íntegra, dado que há bocado só tinha deixado o link.


Bom dia a todos! Como prometido, trago-vos mais um "Conversas Paralelas", desta vez a convidada foi a sempre carismática, de personalidade forte e sem papas na lingua, Pink Poison.
Espero que gostem tanto, ou mais do que eu, desta entrevista a esta maravilhosa blogger.

"A Pink Poison, não é uma personagem. Os meus blogs, relatam a minha vida, as minhas emoções, dúvidas…Tenho sonhos mas não me preocupa muito se irão realizar, tenho vontades, tenho pensamentos, crio textos que mexem com alguns e nada dizem a outros. Aprecio quem cria, quem luta e, acima de tudo, quem não promete, quem é assertivo , quem debate. Gosto de queijo, de couve roxa, de legumes, música house e depois jazz tenho dois gatos que me fazem companhia, um Perdigueiro de 15 anos e um Pinko que me ama, o meu marido. "

Lêh: A minha primeira pergunta é: Porquê o nome Pink Poison?
Pink: Não sei, surgiu no seguimento de um registo num site onde tinha posto o meu nome real e a administração me aconselhou a mudar, imediatamente o nick veio à cabeça e ficou .

Lêh: Guardas rancores?
Pink: Sim, sou rancorosa. 

Lêh: Qual a música que mais te define?
Pink: “Hole in My Soul”, Aerosmith.

Lêh: Algo que não suportas?
Pink: O senso comum. E suas consequências.


Lêh: Num post teu, li que "faço tudo (...) mesmo sendo proibida pelas autoridades familiares." Eras rebelde, em pequena?
Pink: Não faço fretes. Faço tudo o que me pedem mas vejam lá como me pedem. O meu pai tem frase que diz várias vezes a rir : “ A minha filha não faz nada que não queira, seja quem for que esteja implicado, até eu”. Quando fiz a minha primeira tatuagem, informei que ia fazer. Coincidiu com o primeiro ano de faculdade. O meu disse: “Isso não são tatuagens de Dra!”

Lêh: Qual foi a maior injustiça a que já assististe?
Pink: Assisto a várias quando o tema é touradas… A nível pessoal é julgarem-me pelo meu passado.

Lêh: Qual o teu maior arrependimento?
Pink: Ter saído de Albufeira para vir para Lisboa.

Lêh: Como se ninguém estivesse a ler, qual foi a tua maior loucura?
Pink: Ter sido acompanhante e deixar estranhos entrarem na minha casa. Felizmente tudo correu bem.

Lêh: Qual é a tua maior qualidade?
Pink: Sou uma excelente observadora de pormenores. Leio quem está à minha frente, pela forma como pega num talher, por exemplo. 

Lêh: Preferes o interior ou o exterior das pessoas?
Pink: Sem dúvida que a exterior conta, mas um interior culto, carinhoso e compreensivo, é tudo! 

Lêh: Interessa-te a opinião que os outros possam ter sobre ti?
Pink: Apenas a do meu marido e alguns amigos chegados.

Obrigada Pink pelo tempinho cedido ao blog, espero que continues com o bom trabalho no teu (que sigo fielmente), e desejo-te o melhor para o teu blog e vida profissional.




O que quero, quando eu quero, aceitas?

1 comentário:

Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.