Absorve-me mas em várias fracções

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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Olha agora

Como se um dia se tivesse rasgado no meu dia e se transformasse numa semana. Em que, não fui eu, não em seu outro nome. Não ser eu, não dizer "eu". Como se uma janela se abrisse e eu não dormisse e fosse para lá de olhos fechados.
Bem fechados e acordava, levava a vida do costume.
Que se lixe a opinião dos outros, o pior e o melhor de melhor de mim, passam, sempre, por este blogue mas sempre entrelinhas. E as pitas que têm blogues agora e se acham as maiores: são: as maiores merdas.
Existem assuntos, que se escrevem num blogue que são para serem lidos, comentados e não transformados em comédia, por isso não exponho as merdas anónimas, só os que efectivamente não têm conta e têm algo de construtivo a dizer e, diga-se de passagem, até prefiro, as pessoas que me mandam mails a comentar. 

Não sou superior, supero-me.

domingo, 5 de junho de 2011

PORRA!

Eu não tenho que falar de eleições, eu posso falar das minhas fraquezas dos meus desejos e dos meus afectos, Eu não me transformo em letras, em vírgulas que resultam num discurso diferente. Posso ter os sonhos que tiver, posso desfazer-me em lágrimas e ser a gaja mais forte a seguir. Acredito que só se ergue com dignidade quem caiu bem fundo e se se erguer sozinho, mais digno e forte é.
Eu, serei sempre assim, uma gaja atípica. Sim gaja atipica, não me importo que se esqueçam dos meus anos, não me importava que o telefone/pc/coisa complicada do meu ex marido tivesse o nosso aniversário agendado... Importo-me sim, quando se esquecem de me amar, pois um presente em qualquer altura se dá, o amor (no sentido amplo da palavra), basta um sms, um sorriso, um silêncio para lembrar à pessoa que ela é amada...  Não se lembrem do meu aniversário, do meu escritor favorito, lembrem-se de me amar!
EU, NÃO PAREÇO, EU SOU.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Até que enfim...



Finalmente!
Tarde e a más horas, vi anunciada uma reportagem sobre os efeitos da crise na ALMA das pessoas. Há muito que eu escrevo aqui, que sim, as depressões, a criminalidade, o desespero, o suicídio, vão aumentar... QUANTO A MIM, o mal está em estarmos todos tão obcecados com o dinheiro, ou a sua ausência,  que perdemos afectos. Vou repetir-me: são convidados para um jantar, não podem ir pois não há dinheiro, ficam em casa, isolam-se, engordam ou emagrecem, corta-se na Tv por cabo, rouba-se a net wireless de alguém perto e estamos no limite. No limite de entrar em colpaso. Estar sentado num parque perto a conversar com alguém, custa dinheiro? Pois mas o "alguém" está ocupado com o desespero de não ter o que dar de comer aos filhos, outro já se matou (exagero?! não sei não), outro foge das dívidas, casas a leilão, regresso a casa dos pais. Sim, é um drama, sim é uma realidade má, feia e cruel. Mas, ó pessoas, pessoas a sério: abracem-se, sorriam para alguém em baixo, ajudem-se, porra! As emoções não se medem, não se esgotam, não custam dinheiro e podem salvar uma vida, podem salvar o dia de alguém.
Se a carteira está vazia, a ALMA tem que estar também?

NÃO SOU SUPERIOR, SUPERO-ME!(e não comprem guerras comigo)