segunda-feira, junho 20, 2016

Dançar com a mente

imagem minha sem permissão para qq tipo de partilhas
Começa a melodia, porque há tanta gente a olhar para a lua?
Dançam com a mente, com os mortos, com invisíveis, dançam sozinhos. A única forma de protesto é essa. O ondular de corpos ao som da melodia da alma, porque todos estamos em estados diferentes de evolução, porque se todos amássemos da mesma forma, seríamos apenas seres. E não somos, somos pessoas que se mostram, que sentem, que choram, pessoas que se mutilam, que se tentam suicidar, pessoas que compram rosas e temos que as aceitar. Correr por um campo fora, sem saber se se cai num abismo ou não... se fosse possível destruir o mau que há na sociedade, será que alguém o faria...
Mutilam-se todos os dias sem saber...

Sou o que quiseres... quando eu quiser.

12 comentários:

  1. Caminho no declive dos teus seios, mas é no topo da tua mente que me completo.

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    1. É a nossa mente , o fruto da nossa amizade e kivrai do pecado. ámen!

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  2. Existem vales e montanhas
    Que tanto custam a subir
    Olho esse vale, essas entranhas
    Cuja visão me deixam sorrir
    .
    Lindos sãos os vales do teu ser
    Que nos ofereces com ternura
    Não me importaria morrer
    Se esse vale fosse minha sepultura
    .
    Olhando o alto sem esquecer
    Que em baixo alguém me visse
    Dançaria até morrer
    Se no teu precipício caísse.
    .........

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    1. "Não me importaria morrer
      Se esse vale fosse minha sepultura"

      Que lindo, estou sem palavras Nuninho!!!

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  3. Continua a ser simpesmente como tu quiseres :)

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  4. Há tanta estupides no mundo, o ser humano é o próprio mal em pessoa, talvez se destruíssemos o mau, poucos sobrariam para colher as rosas!
    BJOS

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  5. Pink Poison....a profunda reflexão que teu post deixa é simples: Amar o semelhante é forma de melhorar o mundo!!

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    1. Eu sei que és tu, amar o semelhante e ignorar os opostos destravados! Beijos mil em ti.

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.