quarta-feira, junho 08, 2016

Abraços de um desejo que consome

Vem até mim, deixa esse frio e volta a matar saudades daquela que um dia te deu liberdade total.
Enche este vapor do teu cheiro e da tua descontracção que roça a frieza e me deixa sempre insegura. Sai daí, entra naquela piscina aquecida e , enquanto isso, sentada na beira da mesma, eu espero um gesto teu.  Queres estar em forma, dizes, e eu quero tanto mas tanto de ti. Se peço algo, foges.
Resta-me dizer-te: " Nesta casa podes ser o que quiseres à hora que quiseres"...
Olhas-me nos olhos e perguntas-me se estou preparada para as responsabilidades...
venham elas.
De repente, puxas-me para a a única luz que tínhamos, a do luar e dizes: tenho saudades daquilo que eu nunca esperei encontrar numa pessoa como tu.
Fiz como as mulheres romanas, a minhas pele ficou mais brilhante com o suor do homem com quem eu estive, poucas vezes perdeste a compostura com alguém que ia partilhar responsabilidades contigo. Eras lindo, conquiste-te pondo de madrugada, um texto meu na caixa de correio da tua mãe...
Encheste-me de tudo e deixas-me vazia de nada mas sorrir eu consigo.


Sou o que quiseres... quando eu quiser.

6 comentários:

  1. Se ainda assim, conseguiste sorrir, as lembranças são boas :) Gostei de ler-te.


    Beijoos amiga
    Obrigada
    Anjinha Sexy

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    1. Só de ele existir e estar bem, a malta sorri e olhos brilham!

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  2. Meu Deus.... existe homem de sorte, para o qual palavras cheias de tesão, luxúria e amor são ditas....
    Ahhh.. que ventura tem um homem ao saber que isso aqui é para ele...!!!!

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    1. Existiu, existe e sempre existirá... Eu não sei viver sem amar!

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  3. E depois admiram-se de a temperatura estar a subir!...

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.