segunda-feira, janeiro 04, 2016

Qualquer dia, é dia...

Sou pontual, pontualíssima. Seja em questões pessoais ou profissionais, as horas, os dias, as agendas servem para nos organizarmos digo eu. Pois que tenho o azar de trabalhar, felizmente não trabalho apenas para esta pessoa e estou mesmo quase a perder a minha paciência, com alguém que abona muito em capital e está todo o dia ao telefone mas quando se trata da minha pessoa, acabou o ano em desgraça e começou muito mal.

Final do ano 2015: Eram 4, QUATRO, dias - 9-10:30, aconteceu 1, apenas sendo que apenas um às 9:40 tive um telefonema a avisar. Pois que isto em tempo de festividades, gajo em casa e noites mal dormidas, acordar a horas para alguém que não chega, não avisa e siga para bingo...

2016: "Então, posso ir a que horas?
"Pode vir às 11..."
"Ok, um bom ano para vocês, eu às 10h estou aí , dá-me mais jeito, percebe?"
 Percebo, então não percebo? Sem falar que precisa minha ajuda para escrever uma carta formal a uma entidade e disse que "passava por minha casa no Sábado" ( a que horas? ) e nem um telefonema, nem um sinal...  Neste momento faltam 5 minutos para as 10h e se esta pessoa se atrasa ou não aparece, acho que perco ao amor ao dinheiro e digo-lhe poucas e boas.

Quem paga, não se pode achar no direito de entrar casa adentro só porque lhe dá jeito e quando lhe dá jeito. A sério que não percebo este modo de vida.

Não sou superior, supero-me.

Sem comentários:

Enviar um comentário

Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.