sábado, dezembro 18, 2010

Trair e Amar

A MINHA ideia acerca do conceito de trair resulta numa palavra: circunstâncias.
Para mim, amar é amar, mesmo que estando num bar/restaurante/saída com amigos/as, se tenha uma !queca mágica... O meu amor pode ter essa queca: a música envolve, os amigos chamam-lhe gay se não for lá e a gaja é boa! Muito bem, que dê a queca mas que me ame a mim e que durma comigo.
A típica frase: "Se gostasses de mim, não tinha ido para a cama com ela" para mim, é treta. Quem ama cuida, acompanha, apoia, será que a queca daquela noite afectou isto?
Se não afectou, eu nem quero saber que a mesma aconteceu... Agora se se trocam números, começam a existir sms que eram de "ninguém", aí sim, malas à porta e adio.
Enquano fui casada, era esta a minha filosofia, tenho a certeza de que nunca fui traída mas sempre lhe disse isso. Se ele me ligava a dizer que ia ter com X ou Y, por mim tudo bem, só queria que ele estivesse bem e feliz e que se sentisse mais feliz por chegar e aconchegar-se nos meus braços. Isto sempre foi assim comigo, sempre será. Certas coisas, pura e simplesmente acontecem...
NÃO SOU SUPERIOR, SUPERO-ME!

9 comentários:

  1. Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

    ResponderEliminar
  2. Entendo a ideia mas o problema é mesmo esse, quando não é só queca é que é um problema.

    ResponderEliminar
  3. ACho de uma ternura e sinceridade invulgar, pq muitos/as dizem defender isto, mas qd lhes toca...é para esquecer.
    Acredito que tenhas feito isto e isso é maior, é muito grande. Isso sim é amar, pq qd é assim, como dizes e concordo, qd ele/ela chega, vais-nos querer com uma força imensa.
    bjs e abraço forte

    ResponderEliminar
  4. Gostava de ser assim tão liberal, mas não vejo as coisas dessa maneira.
    Também se todos pensassem da mesma maneira o mundo não andava nem pra frente nem pra trás.
    Um bom Natal a todos.
    Bjos

    ResponderEliminar
  5. Martini, sim, é esse o problema e o sofrimento que surge para todas as partes... Horroroso

    ResponderEliminar
  6. João: sim, fiz isso e continuarei...

    ResponderEliminar
  7. digital infor, sim cada um com a sua :)

    ResponderEliminar
  8. Traição será sempre um assunto complicado, dependendo do momento, da situação, dessas circunstâncias que tão bem descreves, do nosso próprio estado de espírito, mas que, de uma forma ou outra, mesmo que se dê esse mesmo regresso aos braços da pessoa amada, acabará sempre por nos deixar doloridos, com uma cicatriz que não sarará mais. Haverá sempre tentações a que nós, humanos, dificilmente resistimos, por mais que estejamos apaixonados, mas existe uma diferença enorme entre ver, olhar, apreciar, até mesmo desejar ou imaginar e trair e enganar. Entre as duas está a personalidade, a força do nosso sentimento, pensar que 5, 10 minutos de um prazer maravilhoso podem deitar abaixo uma relação mais forte do que apenas sexo, pode ferir aquela ou aquele a quem prometemos cuidar e impedir de ser magoado(a). Mas isso sou eu que penso, humano que sou, passivel de cair em tentações e sem saber o dia de amanhã, ou as circunstâncias.

    ResponderEliminar
  9. Ao ler o teu post lembrei-me daquelas conversas de homens - a que muitas mulheres já aderiram - de diferenciar as traições dos homens e as das mulheres, como se ter uma aventura fosse comum ou respeitável entre os homens, a quem tudo é permitido, mesmo enganar a pessoa que ama. Não creio que penses tal coisa, mas que me lembrei dessas conversas...!

    ResponderEliminar

Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.