sábado, junho 19, 2010

Black Edition

"O quaro estava escuro mas o dia ia longo... Os objectos que me rodeavam e que usava todos os dias, estavam com pó. Os lençóis cheiravam a mim, que nem a minha higiene mais básica fazia. Vivia a doença, sentia-a em todas as minhas entranhas. Os barulhos vindos da rua, ofereciam-me a sabedoria dos outros, os seus hábitos, as suas cores que adivinhava, levantava-me e bebia sumo do pacote, voltava e dormia... como Pessoa recusava sentir e por isso dormia..."
NÃO SOU SUPERIOR, SUPERO-ME!

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.