terça-feira, 25 de julho de 2017

Hora de zarpar

 Que morras dentro de mim, que te esmages contra a minha parede, Tu, O Mundo, esta fila imensa tão cheia de diversidade que não se toca, não se sente, não se compreende. morre dentro de mim, no meu palco, mundo de merda em que que apareci. 
Um vento forte
Descansa e eu estarei a fazer o que sei e o que quero. Até alguém carregar no play até uma nova ditadura, um Renascimento, um cubismo, impressionismo... Nada se irá inventar, apenas se vão remediar as porcarias que tu, Mundo, fizeste e aquilo em que transformaste o meu palco, a mentalidade dos seres humanos.



Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

Sem comentários:

Enviar um comentário

Enriquece a minha pessoa com o teu comentário. Se vens criticar: não mudas em nada a minha postura... bem talvez me ria um pouco. Quem vem por bem, que escreva e se sinta em casa... Pink