segunda-feira, novembro 19, 2012

260



 Entre uma bola e outra, entre dois mundos e entre uma espada e a parede... algo que flui, a melodia que em mim entra e une mundos, une mentes mas que me mantém na corda bamba, Rasgos de sorrisos, rasgos de afectos, rasgos de um mundo melhor que não existe. Existe um mundo alternativo, onde se diz o que se quer, nu, cru, aos gritos, aos saltos, com olhares, com mãos e com palavras sábias na altura certa... Na corda bamba, há sempre uma terrível distância do chão... chamo-lhe a 260.


Não sou superior, supero-me.

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.