sábado, abril 29, 2017

Vai-te



Mundo, vai-te
Que morras dentro de mim, que te esmagues contra a minha parede, Tu, O Mundo, esta fila imensa tão cheia de diversidade que não se toca, não se sente, não se compreende. morre dentro de mim, no meu palco, mundo de merda em que que apareci.
Um vento forte
Descansa e eu estarei a fazer o que sei e o que quero. Até alguém carregar no play
Até uma nova ditadura, um Renascimento, um cubismo, impressionismo... Nada se irá inventar, apenas se vão remediar as porcarias que tu, Mundo, fizeste e aquilo em que transformaste o meu palco, a mentalidade dos seres humanos.




Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

2 comentários:

  1. o futuro já não é o que era...que lamento tão sentido o teu.
    desenha um saco de boxe onde possas dar murros. é o que faço.
    bom fim de semana, linda.
    ps - eu trabalho hoje. ossos do ofício :)

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    1. Já tinha saudades de me comentares, espero que estejas bem. Não tens acompanhado o blog mas tenho tido aulas com uma Pt e até rodas de tractor levanto, quanto aos murros, de vez em quando (porque posso circular pelo ginásio extra PT) dou uns murros e golpes de Krav Magá, purga-me...
      Um beijo querido anjo

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.