sexta-feira, dezembro 16, 2016

Do nada

 Paras-me a mente assim, do nada. 
Um livro que não consigo fechar, um circuito que tens voltas a mais...





Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

2 comentários:

  1. Do nada podem surgir momentos...deliciosos....
    Beijos...

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.