terça-feira, setembro 13, 2016

Talvez não me percebam

Heis que chegamos a uma estação de comboios, tiramos o mp3 e ouvimos as nossas lembranças, promessas, promete que te afastas da linhas... fazes-me pedir misericórdia... manter o ar cool, não o sei o que é isto mas tens o que querias... estou debaixo do feitiço da minha mente. Como o Sol namora a Terra, como o gelo se derrete nos glaciares,  como Miguel Angelo MEXEU com tudo no Renascimento. Arte, é bom que acreditem que existe, existem correntes para todos os gostos nesta estação de comboios de é a vida. Cheia de estações e apeadeiros... Ouçam, pensem, sejam bons observadores, idolatrem os vossos "mestres", retirem lições de vida de tudo, tudo nos ensina... 
Deixem-se abraçar pela vida ainda que ela vos tenha feito parar de sentir o que ser que seja e não se convençam de nada. Fala-se e não é a nossa suficiente. Perdoar é bom mas nunca é o suficiente.
Estamos a voltar ao pó, a fugir do fogo, persegues o "tarde demais", prendeste a uma corda que te destrói as mãos e desistes. Haviam a 12 copos de cada, agora existem 3. Culpa de quem nos parte ou de quem não puxa da corda para cima?
E queremos ficar agarrados à corda. Um golpe dado nos laços, uma fuga que ao que é evidente...
Mas o que somos nós afinal? temos que ser sabedoria, sabedoria, para rir na altura certa, para ser fiel na altura certa,  nunca nada chega para os outros.
Tentem amar a forma como o outro se move, respira e entra na nossa mente. Amar a sabedoria da mesma forma....

SOU ÚNICA, o mundo está cheio de cópias..

2 comentários:

Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.