Absorve-me mas em várias fracções

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quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Balanço do ano

2018 foi um ano em que , sem dar por isso, mudei a minha forma de pensar. Antes disso algumas pessoas começaram a perceber que, quando eu digo, eu faço, detesto ameaças ocas e tentativas falhadas de propósito. Não que tenha feito algo tão errado, apenas me fiz ouvir.
Continuo a acreditar que todos temos algo de bom, são as circunstâncias que escondem esse lado. Consegui objectivos pessoais, não só traçar os mesmos como concretizar.
Estou feliz, embora o mês de Janeiro vá ser decisivo e símbolo do fecho de um ciclo (espero eu) , este ano foi de aprendizagem.
Eu, sou do mundo. Mas do outro...

domingo, 5 de julho de 2009

Domínios, under pressure, por mim, quem mais?



Música clássica, serei fã? Existe um período clássico em cada um de nós, existe um animal em cada um de nós. Eleva-nos ao mais puro da nossa essência, eleva-nos ou rebaixa-nos mostrando que somos melhores, podemos fazer melhor e que quem nos faz mal, não presta. Que somos nós? Somos quem deveria aproveitar cada momento, cada má lição. Deuses do Olimpo, cronos, deus da Destruição e quem deu inicio à Idade Média, estiveram lá, foram deuses. Eu e só eu sou a minha deusa, segundo o meu amigo R. sou uma deusa pois por isso não pertenço a este mundo.
Sôfregamente.
Som alto.
voar alto.
Beijar como se não houvesse amanhã.
Sou eu, a deusa Cor de Rosa, admirada por uns, desconhecida por outros mas, por favor nunca indiferente...

NÃO SOU SUPERIOR, SUPERO-ME!

domingo, 28 de setembro de 2008

De que cor são as dunas, por Pink Poison

Sei, por vezes que um simples agitar de uma brisa, numa corrente de ar provoca um brilho súbito. De uma estrela de bússola ou da bússola do impulso. Há alguém que desassossega, num mundo sossegado e que ensina à tua alma a sua rebeldia.
Também não sei de que cor são os navios, quando partimos no meio dos braços de alguém; Só sei que em cada rua há uma esquina, uma abertura entre a retina dos olhos claros e a maravilha.
Está aberta uma página por uma vontade imaginária.
Não me venham dizer que nunca mais!
Não me venham dizer que o impossível não existe, porque existe. E por isso resta-me aproveitar tudo o que é provável.
Não me venham dizer que não se pode!
As rotas do deserto nascem do desejo assim como as estradas se fazem para unir quem quer ser unido e separar os burros que querem estar sozinhos.
Nesse deserto, o nome estará escrito em todas as dunas e vai ser lido por homens cobertos de panos, que bebem chá de menta a ferver. Para toda a eternidade e enquanto os ventos do deserto deixarem, pois, porque as dunas não são como divãs como diria a canção dos GNR.
Mesmo no sitio mais absurdo, num sentido proibido ou num semáforo (semáforos no deserto ?!), todos os poentes, todas as brisas, todos os grãos de areia e todas as pedras das pirâmides... dizem quem és, quem foste e quem serás; Embora só tu saibas o que queres ( assim o espero).