quinta-feira, outubro 22, 2015

Eu e as minhas confissões


Confissões:
Tenho a mania da "casa arejada", sempre janelas abertas
Não consigo perdoar, gostava mas não consigo, mas sei que teria mais paz
Confio nos médicos e cada vez menos nas autoridades
Escrevo ao sabor do vento e não por obrigação, desde sempre
Adormeço sempre com um aroma no meu quarto, que nestes últimos tempos tem sido papaya doce mas costuma ser canela
Quando chego a casa, mudo imediatamente de roupa
Não tenho vergonha alguma em pedir ajuda
Em todas as casas onde tenho vivido, existem espanta espíritos, velas, livros, cão, gatos, leques, edredons de penas, música, lágrimas, palavras soltas, perfume à saída de casa... Truques cor de rosa

Não sou superior, supero-me.

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.