terça-feira, janeiro 31, 2017

Há mais, porra!

Gosto de olhar em redor e perceber que as pessoas, na sua maioria andam tapadas. A sua venda? O senso comum! Habituei-me a não gostar do senso comum, porque me sabe a pouco, nos tolda a visão e ambição e até a usar meios para os nossos fins.
É sabido que o ser humano usa uma ligeira percentagem da sua força e do seu cérebro, essa força física, por vezes, vem à tona em acidentes, em salvamentos em que , no meio de gritos, "damos tudo o que temos".
Imagino, quando vejo as pessoas a irem tomar café "porque não acordam", que raio tem a cafeína que uma lavagem de água gelada à cara não terá senão benefícios para a própria pele?
Gostava que dizer a esta gente que há mais, muito mais para explorar, mais para ouvir dos mais velhos enquanto eles estão por cá, muito para passar aos mais novos enquanto eles nos ouvem e acarinhar quem precisa, sem escolher sangue, género ou número...
Há mais, muito mais , assim como a agulha penetra fundo para tirar sangue arterial, temos que penetrar no nosso ser e ver mesmo do que somos capazes...

Eu, tenho mesmo que me "treinar" para perdoar, coisa que não consigo e só a mim me faz mal.



Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

3 comentários:

  1. Uma das coisas que me encantam na filosofia oriental, é a preservação do conhecimento dos mais velhos.

    ResponderEliminar
  2. Muito desprezada pelos ocidentais...

    ResponderEliminar
  3. Concordo, em pleno. Eu, pelo menos, tento dar valor.

    ResponderEliminar

Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.