terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Tu não foste, és.

Quando o frio percorre o meu corpo acompanhado de sono, é em ti que penso, não penso no dia, não penso no seguinte, penso naquele quarto, naqueles dias , naquelas noites. Em que fui em ti, aquilo que o teu ar podia respirar e a sede que a tua boca pedia. Fui tua, foste meu, abraçaste-me, tanto quanto eu quis e nem pedi, foste uma avalanche que deixou uma cicatriz, uma daquelas boas, que sorrimos quando olhamos.
Sabes, não foste, és.


Não sou superior, supero-me.

15 comentários:

  1. Anónimo2/16/2016

    Fantástico este teu texto...

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  2. Obrigada querido, tenho tido umas inspirações, se bem te lembras nunca me faltou imaginação para "coisas". .P

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  3. Anónimo2/16/2016

    Estás cada vez melhor...
    :))

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  4. Anónimo2/16/2016

    Eu também, boazona!

    :))

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  5. Não me chames boazona que eu ainda gosto :)

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  6. Anónimo2/16/2016

    Uiiiiii...

    :))

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  7. Já sabes o que a casa gasta... bjs

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  8. Portentoso... Há pungência, há ânsia, há excitação e há muito de ti nas entrelinhas.
    Foda-se... Delicioso(a)...
    Sim, o superlativo é necessário! :)

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  9. Foda-se Eros, um beijo na Alma... :P

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  10. Rosinha Venenosa... este texto, como outros assim... entesantes (sim, sim, eu disse interessantes) ficariam muito bem também no blog «a funda São». Queres começar a publicar lá?

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  11. São, adorava ser mais uma a dar tesao...

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  12. Fixe! O teu e-mail é o que tens no Google+ (aguapera no gmail)?
    Podes enviar-me um e-mail para afundasao@gmail.com, para te enviar um convite do Blogger e combinarmos os detalhes?

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo (se fores uma besta quadrada, nem vale o esforço de escreveres).

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