terça-feira, abril 21, 2015

A um dedo de ti

Estou a um dedo de ti, paixão.
Nestes dias em que as dores aumentam e o relógio detesta a pilha , garanto-te que faço todos os esforços para chegar a ti.
A vida é curta mas dá-nos esse tempo. 

Não sou superior, supero-me.

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.