sábado, junho 02, 2012

Estados de espírito


Entre a luz e escuridão uma alma vagueia pelo mundo entre os quatro elemntos. Muitos antónimos e outras figuras de estilo podem caracterizar o seu estado de espírito.
Será medo?
Será amor?
Será vontade de fugir e ser feliz ou apenas sereno?
Porque as emoções não se medem, vagueia-se por aquilo que se tem na alma e no coração, passei-se pela estrada do nosso coração e pára-se no cérebro. As mulheres ditam lições de vida a alguns homens, vice versa não? Depende do homem e da envolvência. Homem este que se envolve mais com o seu “eu” do que com qualquer mulher. Deseja sexo, nú, crú, quer ser provocado e fica estátua quando isso acontece.
É a lei de “olho por olho, dente por dente”, as fria distância tudo permite dizer mas não ouvir, não colar retina com retina. É um chove e não molha que faz bem mas nada apaga os anos que não se viveram, que fomos a outra pessoa. E se nada apaga, segue-se, com a mente em conflito, porque existem sentimentos mais ou menos e existem os profundos. E tudo, como odiar limão e adorar ananás. Sentimentos não são sinónimo de amor, de gratidão, de amizade, são aquilo que o nosso coração manda.Quem nos ama, ama-nos, a nossa essência, a nossa pancada, a nossa loucura.
O nosso respirar.
O nosso suor depois de uma queca.
Ir a jogo. Perder ou ganhar mas sempre aprender.
Porque se as plantas crescem melhor se falarmos com elas, a nossa auto estima cresce se alguém nos acha um espectáculo.
E, dos outros, devemos apenas ter pena de quem estereotipa esta merda toda.
Falem, sejam sinceros e alguém, no fim do mundo, no fundo do túnel... vos entenderá.


Não sou superior, supero-me.

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.