domingo, março 24, 2013

Em pecado, vida

Não existe a necessidade de dizer que peco.
Peco ou faço o que quero?
Ser fugidia, ser atípica, viajar todas as noites para tempos selvagens que não voltam.

Não sou superior, supero-me.

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.