sábado, setembro 26, 2015

Preciso tanto de ti

Como saberia que se ia tornar uma pornografia do amor este meu sentimento?
Escondi anos a fio recantos da minha alma e tu lá chegaste.
No meio de uma multidão ao som de um clássico: Alcantra-Mar, observo-te, espio cada detalhe em ti, divirto-me, estou numa viagem que começa na tua cabeça e acaba nos teus pés.
O meu corpo treme, é da música?
Diz-me


Não sou superior, supero-me.

1 comentário:

Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.