quarta-feira, fevereiro 22, 2017

Apenas na onda


Não exagero, dou apenas cabo dos meus desenganos depois de um quotidiano em que eu desarmo, eu faço tremer, eu encosto e recosto e o papel virou! 
Revirei. Gritei. Tive frio. Calor. Sentimentos? Apenas físicos para a minha saúde mental... 
Se é que a tenho, pois quem me chama louca, não me poderia ver naquele correr de cd... Tiro a senha e volto para a fila... Sem pressas, sem ansiedade, imitando-te... Ou tentando! Se eu soubesse, teria feito antes. Se eu não tivesse tido o Café del Mar, continuaria na ilusão que os filhos da puta é que são bons, e não são.


Estava apenas a ir na onda da chuva que te acompanhou, apesar da t-shirt (os homens implicam com o fim do Verão), e que chuva e que onda. Ondas. Mexer usando apenas a mente. Desarmada repito, tantas vezes como usei a mente, como a alma me saiu do corpo e deixou -me trémula, incrédula. Com a calma, a tua, coisa que não consta no meu dicionário, O Jorge Palma falou mais alto se bem que o som seria mais Café del Mar...



 

Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.