quinta-feira, novembro 17, 2016

Eu Inteira

Entras suave e eu pondero. Ponderar o quê?
O mergulho foi dado, não no mar, não na piscina mas ao lado da mesma.
O sabor: SB de Limão e charme dos dois lados.
Estava a começar o prefácio a ser escrito. Veio um registo teu. A tua propriedade e eu deixei. Deixei tanto mas tanto que deixei tudo para trás, par ao lado e mais tarde explicaria. A verdade é que poucas explicações se encontram. Não sei perdoar mas talvez saiba amar, não sei costurar mas talvez saiba acolher-te como ninguém.
Das linhas escritas, foram muitas as imaginárias, das vividas, duraram poucas. Momentos reais, ninguém mos tira, sensações do que vi, do que senti e dos olhos que vi derramarem lágrimas.
Entraste suavezinho mas eu deixei e provoquei, abri a porta, a tua e a minha, sem saber o quanto estaria distante do real.
Foi empenho e não têm de mim, outra coisa: eu sempre inteira.


Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

3 comentários:

  1. Minha amiga. Doce. Poética. Inteira. Íntegra. Integral.
    Adoro-te.... você sabe quanto.
    Estive ausente desse espaço poético.. mas a falta foi muito grande.
    Obrigado pelo texto denso, endereçado a alguém.
    Teu coração é uma porta aberta!!!!
    Quem souber entrar nela, adentra o Paraíso!
    Beijos desse admirador simples e feiozinho!

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    Respostas
    1. Eu, poética? Não, deixo isso para ti...

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  2. Um bom texto! Gostei de ler-te...

    Beijos

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.