segunda-feira, dezembro 30, 2013


ODE AOS HOMENS MEIO-MEIO

Os homens "meio-meio". são divertidos, amigos, trabalhadores, às vezes preguiçosos, podem ser bonitos mas nunca se pode afirmar que o seu coração é grande e rico em emoções. Porque da adrenalina de um carro desconhecido e da adrenalina de uma pessoa desconhecida, pode vir recompensa. O bem estar. Será um bem estar "assim-assim", nunca convicto.


Não sou superior, supero-me.

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.