quinta-feira, maio 11, 2017

Rasgo-te a carne

Um dia o nosso corpo despediu-se um do outro. 
Desconhecida era a despedida mas como era sempre como se o mundo fosse acabar, abri o teu peito e levaste contigo um pouco de mim. Não porque o sexo era bom, não pelas loucuras à beira da estrada ou nos imensos sítios proibidos . 
Para nós não existiam limites. 
Levaste um pouco de mim, da minha alma e do meu coração, porque se um dia me entreguei de corpo e alma, rasgo-te a carne e ponho-me em ti porque  quando te lembrares de mim , serei passado, aquele passado com quem fizeste tanta coisa pela primeira vez... 
Inclusive, rir sem te lembrares do mundo lá fora.




Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

11 comentários:

  1. Adorei o texto, já tive uma relação assim, perfeita descrição.

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    1. Bem vinda Nina e obrigada, um beijinho

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  2. Damn... Não acredito que passei tanto tempo sem te ler querida Pink...
    Como disseste tantas vezes... Perfeita!

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    1. Bem, que saudades! Bom olhos te "vejam", fica...

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    2. Por ti? Fico :)
      Vou estar... De volta ao "activo" brevemente

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    3. Fico muito contente, adoro a tua personalidade e forma omo te expressas. Um beijo enorme.

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    4. Depois deste tempo todo, ainda estás a ver se me envergonhas com palavras? :P

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    5. Não, só quero que voltes em grande, porque és grande!

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  3. O meu metro e 76 desmente isso ahahah

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.