terça-feira, janeiro 24, 2017

Eu mando, tu mandas, nós batemos

Quantos adolescentes, rapaz ou rapariga , sentem a pressão de não estar com as amigas, não estar a desenvolver socialmente com  medo de represálias de um namoro onde o ciúme impera? Mensagens controladoras, câmaras que se põem na fivela de um cinto à venda na net nos sites de descontos, ampliadores de som... Qualquer pessoa obcecada e com alguma dinheiro o pode fazer. É a saia que está curta, são os trabalhos de grupo que só podem ser com pessoas do mesmo sexo... Enfim

Aqui uma reportagem sobre isso.
Quando iniciaram o estudo sobre homens vítimas de violência na intimidade – que divulgamos na edição que foi para as bancas esta semana – Andreia Machado e Marlene Matos, do Centro de Investigação em Psicologia da Universidade do Minho, fizeram ações de prevenção nas escolas sobre maus-tratos no namoro. “Os estudos dizem que a violência entre namorados é simétrica, sobretudo ao nível das humilhações e insultos. Por isso, falámos sempre com turmas mistas, caso contrário a mensagem não passava”, justificam. Para as investigadoras, a opção por abordagens inclusivas, sem distinção de género, foi óbvia: ”Se fôssemos para as escolas falar só de raparigas, e com as raparigas, não teríamos rapazes tão envolvidos como tivemos. Por isso, também pusemos os homens na agenda como alvo de violência doméstica, uma realidade que já salta à vista na escola”, explicam.




Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.