terça-feira, dezembro 20, 2016

Preço das roupas? Tão importante como o preço dos cremes!



 “Não é a aparência, é a essência. Não é o dinheiro, é a educação. Não é a roupa, é a classe.”
Coco Chanel

Os valores estão tão distorcidos ultimamente, que muitos confundem o que se vê com o que se é, atrelando as aparências à verdade, o que não corresponde à realidade dos fatos. Perdeu-se a capacidade de olhar para além do que está materializado ali na frente, como se a perfumaria fosse capaz de mostrar a essência, como se asseio e materialidade pomposa pudesse ser aquilo que define as pessoas.
Na verdade, a elegância está em extinção, algo raro, difícil de se encontrar. Não se trata, aqui, da elegância por si só, visível e materializada pelas roupas de grife ou pelo carro do ano, mas da forma como tratamos o semelhante, como nos comportamos diante da vida, em tudo de bom e de ruim que ela traz. Pessoas elegantes podem se vestir humildemente, pois jamais perdem a classe, que é nada menos do que essência humana.
(…)
Infelizmente, essa confusão entre aparência e essência acaba muitas vezes nos afastando de encontros mágicos, incapazes que ficamos de nos demorar junto às pessoas, para reconhecer o que existe de verdadeiro em cada uma delas. A pressa em obter aquilo que podemos pagar e pegar infelizmente nos impede de perceber que o que teremos de mais bonito e essencial em nossas vidas e que nos eternizará nos corações que nos amam com sinceridade é tudo aquilo que dinheiro algum paga, pois não tem preço: as mãos entrelaçadas, o importar-se, o olhar que vai e volta, os beijos roubados, sorrisos rasgados, o gozo sincero, o ser, inteiro, de corpo e alma.


Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

2 comentários:

  1. Sou muito simples. Nem roupa nem cremes caros. Muito menos censuro quem o pode fazer. Apenas sei, que muitas, preferem para o "lombo" do que, para comer. Ideia minha. Desculpa.

    Bjocas

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    1. Tua e minha, náo peças desculpa... Beijos

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.