segunda-feira, julho 25, 2016

Amor como memória

Jamais faças de mim uma pessoa triste com rotinas.
Jamais faças de mim, aquela que não tem prazer em estar em casa à tua espera.
Deixa-me antes disso.
Diz-me que é o fim antes disso.
Porque prefiro acabar no estrelato do que na desgraça-
A amor no seu melhor sempre. Esta será a melhor memória.


O que quero, quando eu quero, aceitas?

1 comentário:

Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.