terça-feira, junho 14, 2016

Do que somos

Todas as pessoas são livres.
Errado. Todas as pessoas agem e pensam nas suas acções, eu pelo menos tenho sempre a consciência de que existem consequências para os meus actos.
Gosto de pensar que cada um de nós tem círculo de pessoas que gostam de nós e nos apreciam e outro que não gosta. Quem não gosta de nós, impõe um desafio: sermos bons, aliás sermos melhores. Em quê? Tudo!
Se os romanos criaram a lei, esta é posta em prática para mim e para os restantes. Se há gente que se incha toda porque não se ofende e apenas se diverte, eu diria que essa gente perde o seu tempo, perde trunfos e quando os trunfos acabam, talvez a lei, talvez a lei de talião, talvez...
Que vasculhem, que rastreiem, todos temos o direito à nossa identidade, à nossa forma de pensar (muitos são os anónimos que se descobrem pela forma como escrevem), às nossas tristezas, peripécias e vivências.
Temos também o direito de dizer basta, coisa que eu não gosto muito de fazer. Mas sim, gosto de pessoas autênticas que não "investigam" ninguém e se divertem com as outras aceitando sempre o facto que a perfeição é uma utopia.

Peço desculpa quando escrevo " Lei de tablião" quando é talião. aqui
Sou o que quiseres... quando eu quiser.

9 comentários:

  1. Eu sou perfeitamente imperfeita :)

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    1. Perfeitamente aceitável... Como eu gosto!

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  2. A perfeição é como uma viagem. O que dá pica é a procura, o caminho, não o destino.
    E agora vê lá se me denunciei pela escrita eheheheh.

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  3. O Estúpido não escreve como anónimo, pelo simples facto que teve um primo anónimo que virou numa noite de copos homónimo de anónimo.

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.