domingo, fevereiro 07, 2016

Ninguém, serei?

Posso não ser ninguém quando abro a porta e te deixo entrar, a ti, desconhecido que entras em forma de vento, de pessoa, de cheiro a terra molhada, mas e tu, tu não entras num porto desconhecido onde marés vão e voltam?
A música do Budha, a colcha ikea, o frio de Janeiro e o whisky com "não sei o quê de " de ouro. Mostras-me a carrinha Passat nova, de há 4 dias, com orgulho, pois suaste para a conseguir
Uma moeda

Não sou superior, supero-me.

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.