segunda-feira, janeiro 25, 2016

Um dia foste, és.

 Um dia fomos um acaso muito interessante, na verdade continuas a ser um acaso, que por acaso, é interessante. Por acaso, ficaste, no meio de um multidão, um dia pediste-me algo, que não daria a muitas pessoas, o acaso, fez-se luminoso, conversa, companhia de anos, conversas poucas porque não são necessárias. Essas linhas tão pouco concretas que lês e eu escrevo e sabes tão bem o sabor que eu provei.


Não sou superior, supero-me.

9 comentários:

  1. Lembro-me perfeitamente do dia em que o acaso foi interessante, porque gostei muito de ouvir, o que me disseste... mesmo à distância. O interessante da altura, é o interessante do dia de hoje, pois depois de muitos anos, continuamos falantes, amigos para a vida, apesar de tudo o que se passou pelo meio, bom ou mau, estamos aqui. Penso que não exista nada que não digamos que não, a mim, a ti... Por pouco tempo de antena cara a cara, houve algo que nos manteve companhia de anos, e que não precisam de falar a toda a hora, para se ver quando é necessário o outro estar aqui. O sabor que provaste só o tu sabes, assim como só eu sei o sabor que provei, também!! És amiga de vida, amiga para toda a vida.

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  2. E há acasos que nos ficam debaixo da pele...
    Um beijo na testa

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  3. Este acaso sempre foi mais que isso...

    Beijo não na testa

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  4. E este é um acaso que não ficou nada indiferente...

    Beijos, mas não na testa

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  5. Não gostas que te "matem"?? "Matava-te" todos os dias!!!

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  6. Muitas cumplicidades trocadas. Adoro.

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.