terça-feira, janeiro 26, 2016

Coisas do sono

A próxima vez que o hospital me mandar is buscar um polígrafo do sono, que me explique que é para vir agarrado a mim...
Tenho que ir trabalhar com uma máquina nas mamas, um fio no braço, um sensor no dedo, e dois autocolantes nas bochechas que seguram uma coisa se se enfia nariz dentro... Ranho? Não posso ter.
Resposta das técnicas: " Não está impossibilitada de falar" , ora bem, mas entrei na farmácia e dei um espectáculo que só visto, quero ver, daqui a meia hora quando entrar na casa para quem trabalho.


Não sou superior, supero-me.

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.