quinta-feira, maio 29, 2014

Não foi o vento

Não foi o vento nem foi o brilho das estrelas que me levou ao palco onde há muito não ia.
Para me purgar, para me extrapolar e para voltar a ser quem sou em cima do palco. A plateia, é a mesma, um mundo cheio de podres e pobres de espírito. A quem eu apenas desejo uma má vida e tortura para quem abandona animais, viola crianças, promove a violência, que ardam no inferno que Dante tão bem descreveu e vemo-nos lá.


Não sou superior, supero-me.

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.