sábado, dezembro 21, 2013

venham lá...

É verdade que existem por aí pessoas que nem o ar que respiram deveria ser o meu. Verdade também que eu, nunca faço filmes no meio da rua, sei ser educada, sei estar e sei conversar, logo, não recorro a insultos baratos de quem parece que nasceu num gueto a roubar. Mesmo assim, com mais de 30 anos, entraram em minha casa, aquando das mudanças e levaram mais de 1000 euros em casacos de Inverno, e imagine-se, qualidade de vida é berrar de um prédio a 456 metros de distância; isso é ser tão pobrezinho de espírito... Quase tanto como uma pessoa não ver uma há meses e do nada gritar que ela a acabou de agredir, tanto como eu enquanto como um hambúrguer receber 40 chamadas anónimas, felizmente os meus telefones, bloqueiam anónimos e os números que eu entender. Triste é as pessoas esquecerem-se que ofenderam, que chamam nomes, e depois berram dentro de um estabelecimento público/bairrista que não fazem mal a uma mosca. Triste é, que se atreveram a meter comigo. Pois eu, nada de ilegal faço, nada, e sempre mas Sempre irei recorrer às autoridades, venham galinhas de peito inchado a dizer que cortam o pescoço... Venham lá, esses T+++++, que tristes, odeiam uma pessoa mas dão tanta importância. Inveja de eu ser amada e BEM AMADA, pois a escravatura acabou há muito. Não sou superior, supero-me.

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.