quarta-feira, janeiro 05, 2011

O amado

O ser amado é amado com todos os seus defeitos, com as suas lágrimas e sorrisos... O ser amado não tem que estar dísponivel para quem o ama 24 horas por dia, tem o seu espaço. Quem ama, deve ter o seu espaço, deve agradecer aos Deuses do Olimpo existir alguém digno do seu amor. O amor, digo eu, tem imensas formas de expressão: um olhar, um silêncio, uma noite de sexo louca... No fim, resta-nos amar.
Amar e aceitar.Mesmo que não se compreenda. Mesmo que se sabe que há distância, física, a distância afectiva não existe. O amado sente-se protegido, acarinhado e especial. Pois, claro que é: é o nosso amor. Se não nos ama, que não nos desrespeite ou que sejamos inteligentes para apenas perceber que amar, é sempre bom, preenche-nos... 
NÃO SOU SUPERIOR, SUPERO-ME!

3 comentários:

  1. Com isto digo: caramba....é bom ser-se amado.

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  2. Eu amo assim mas Inês, lamento, não amo neste sentido :P

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  3. E quando amamos para além das nossas forças e possibilidades e do outro lado só levamos pontapés que nem assim magoam mas vão moendo, moendo, triturando, triturando e mesmo assim não queremos saber porque amamos mas, infelizmente não somos amados como queriamos porque achamos que o amor deve ser retribuido na mesma conta ,peso e medida para não esmorecermos, e continuamos na esperança que um dia tudo mudará para melhor e não para pior? E de repente o pior: um pontapé universal e monumental e assim se manda alguém mais a sua vida para o galheiro sem escrúpulos nenhuns sendo que a cereja no topo do bolo é ficarmos com a culpa de não termos calma. Nice... Legen... wait for it... Dary! Amar assim é bom, dá-nos vida e ao mesmo tempo mata-nos, ficamos um farrapo humano e é muito fodido... pardon my english! Acho que já nem eu sei o que é amar realmente... já estou confuso, deram-me cabo da cabeça... porra... pardon my french and my desabafo! Sorte daqueles que são amados e que o sentem no corpo, mente e alma! Beijinhos

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.